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3 de ago. de 2016

FALTA DE ACESSIBILIDADE, DISCRIMINAÇÃO ?????DENUNCIE



Vamos ajudar a Cidade de São Paulo a ter mais qualidade de vida e se tornar um lugar mais democrático para pessoas com e sem deficiência.


Se você passar por algum estabelecimento ou edificação, calçada, parque ou qualquer outro espaço público (ou privado de uso público) que não tiver a adequação necessária.


Quem fiscaliza e multa a falta de acessibilidade é a subprefeitura de cada bairro.


As fiscalizações a estabelecimentos como shoppings, padarias e bancos, por exemplo, são periódicas.




Para fazer a denuncia procure

 

CONADE

 

O Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência foi criado pelo  
Decreto 3.298/99


O CONADE tem competência deliberativa estabelecida no art. 10, constituído por representantes de governo e sociedade civil organizada. 


Diversas instituições têm assento nesse conselho, dentre elas o Ministério Público Federal, Ministério Público do Trabalho e Ordem dos Advogados do Brasil, dentre outros.


Mais informações


 

Endereço: Esplanada dos Ministérios – Bloco T – Anexo II – 2º Andar – Sala 211 - Brasília – DF – CEP: 70064 900
 

Telefone: (0xx61) 3429-3673 e 3429-9219 e 3429-9159
 

Fax: (0xx61) 3225-8457
 

E-mail: conade@sedh.gov.br


***

Serviço jurídico gratuito

 

A Defensoria Pública presta assistência jurídica gratuita aos cidadãos que não têm condições financeiras de pagar um advogado. 


Pessoas com deficiência e idosos podem agendar o horário de atendimento. 


Acesse a seção ‘Links úteisno portal http://www.stf.jus.br/portal e encontre o serviço mais próximo de você.


***


Disk 100 

 
O Disk 100 é um serviço de utilidade pública que recebe denúncias 24 horas por dia. 


Você pode denunciar casos de discriminação, abandono, maus tratos e qualquer violação dos direitos humanos, em especial à população em situação de vulnerabilidade social.


*** 

Saiba como acionar o Ministério Público


O Ministério Público é representado pelos promotores de justiça e tem como principal função defender a população. 


É um órgão independente e fiscaliza as leis dentro de cada Estado, visando defender o patrimônio nacional, público e social. 


As pessoas que se sentirem lesadas de seus direitos podem procurar o MP para que ações civis sejam movidas contra qualquer Instituição. 


Além das sedes estaduais, o MP conta com promotorias municipais que atuam em diversas áreas de direitos e interesses da coletividade, em especial de crianças, idosos e pessoas com deficiência.


Clique aqui e encontre o MP do seu Estado

*** 

 

Guia de Encaminhamentos 

 

Criado para servir de consulta por funcionários da Prefeitura da Cidade de São Paulo que prestam atendimento à população, o material traz a descrição de cada um dos serviços municipais direcionados às pessoas com deficiência, assim como os meios de contato (telefones e e-mails).


Clique aqui e acesse o guia na íntegra



*** 

Delegacia de Polícia da Pessoa com Deficiência


Criada pelo Decreto Estadual 60.028/14, a DPPD tem como principais objetivos:

  • Atender com qualidade as pessoas com deficiência;
  • Gerar e difundir dados sobre violência contra esse público;
  • Produzir e disseminar protocolos de atendimento e conhecimentos sobre o tema;
  • Apoiar a capacitação de agentes policiais;
  • Prestar consultoria e suporte técnico a outros distritos policiais.

Endereço: Rua Brigadeiro Tobias, 527 – Centro / São Paulo – SP 

Telefone:(11) 3311-3380 / 3311-3383
 

Email: violenciaedeficiencia@sedpcd.sp.gov.br


***



VAMOS POR A BOCA NO TRAMBONE

DENUNCIE  !!!






5 de fev. de 2015

Internauta flagra carro da PM parado em vaga de deficiente em Itapetininga



Uma vendedora de Itapetininga (SP) flagrou um carro da Polícia Militar estacionado em uma vaga para deficientes físicos na Praça do Rosário, no Centro, na tarde desta quarta-feira (4). 


Ela enviou a imagem por meio do aplicativo TEM Você. Ainda segundo a internauta, o veículo permameceu no local por meia hora porque policiais militares estavam em uma ocorrência.


A moradora que registrou as imagens, e que não prefere se identificar, reclama do comportamento dos policiais militares. 


Ela diz que passa diariamente pela praça, pois é caminho para o trabalho, e que, sempre quando há abordagens da polícia no local, a vaga costuma ser ocupada pelos PMs. 


“Isso é rotina. O que era para ser exemplo, quem deveria fiscalizar, é justamente aquele que faz errado”, lamenta a denunciante.


Resposta da PM
 

A Polícia Militar informou, por meio de nota, que a legislação permite que veículos prestadores de serviços públicos e de fiscalização de trânsito, como o da PM, possuam livre parada e circulação quando em atendimento de ocorrência e fiscalização. Mesmo assim, o batalhão determinou a abertura de apuração do fato.


Fonte:Rede Saci


21 de nov. de 2014

Delegacia de atendimento a pessoas com deficiência é inaugurada em GO

Foto da fachada da Delegacia


A primeira Delegacia Especializada no Atendimento à Pessoa com Deficiência do estado é inaugurada nesta sexta-feira (21), em Anápolis, a 55 km de Goiânia. 


Segundo a Polícia Civil, esta é a segunda delegacia no país que oferece este tipo de serviço especializado (a outra está localizada em São Paulo). 


Titular da delegacia em Anápolis,  o delegado Manuel Vanderic explica que a maioria dos crimes contra pessoas com deficiência é cometido por familiares.


“Nós constatamos que os principais agressores também são parentes. É um tipo de violência doméstica, principalmente psicológica, maus tratos, apropriação de proventos, discriminação”, disse Vanderic.


Segundo o delegado, o objetivo do serviço da Polícia Civil vai além de responsabilizar o autor da violência. 


“A nossa maior preocupação é reintroduzir a vítima no meio social e familiar e resgatar anos de omissão do poder público com pessoas com deficiência”, afirma.


A sede da delegacia também vai oferecer serviços sociais às vítimas. “Nós pretendemos aglutinar na delegacia assistência social, voluntários no serviço de saúde, médicos, enfermeiros, psicólogos, pedagogos para sanar dificuldades que essas pessoas têm, desenvolver estatísticas e trabalhos preventivos".


Mesmo antes da inauguração, pessoas com deficiência procuraram a delegacia para denunciar crimes. 

“Ontem veio uma senhora cadeirante e muda que teve os proventos apropriados por um corretor de imóveis. Os recursos que ela precisa para se manter. Atendemos também um deficiente mental que teve os proventos apropriados pela família que o deixava na rua pedindo recursos no sinaleiro e uma senhora que supostamente sofre violência sexual por parte da família”, enumera Vanderic.


A Delegacia Especializada no Atendimento à Pessoa com Deficiência está localizada no Bairro JK Nova Capital, entre as avenidas JK e Jamel Cecílio.


Fonte: G1


14 de ago. de 2014

Deficientes físicos vivem novela para conseguir tirar Carteiras de Motorista no RN

A vida das pessoas com deficiência não é nada fácil.


Além das barreiras arquitetônicas elas também enfrentam barreiras burocraticas.


É o que nos conta a caicoense Cláudia Medeiros de Araújo, Deficiente física e diagnósticada com  siringomielia – uma espécie de cistos na medula – e escoliose, desvio na coluna.


Em depoimento ela conta todas as barreiras burocráticas que a impediram de conquistar a tão sonhada carteira de motorista.


A seguir, o desabafo na íntegra:

Venho por meio deste pedir que denuncie a partir desse meu relato o desrespeito com as pessoas com alguma deficiência física no RN que buscam tirar sua Carteira Nacional de Habilitação. 
 
 
Como essa questão se constitui em um total desrespeito com o cidadão e, por conseguinte com a constituição, vejo a possibilidade da mídia e das redes sociais darem visibilidade e dizibilidade a essa questão, para que chegue, de forma mais rápida, ao conhecimento de quem possa interceder e cooperar com as pessoas com deficiência física. 
 
 
Bem para início de conversa me chamo Cláudia, moro em Caicó e tenho deficiência física e no início desse ano fui ao DETRAN com a pretensão de obter minha Carteira Nacional de Habilitação e lá fui informada que eu teria que ir a Natal, para eu poder ser avaliada por uma junta médica especial que no meu caso, expediu um laudo que determinava que eu era obrigada a dirigir veículo com transmissão automática, direção hidráulica e com prolongadores dos pedais e elevação do assoalho e/ou almofadas fixas de compensação de altura e/ou profundidade, devido a minha deficiência física. 
 
 
Sai do DETRAN de Natal, super feliz com essa probabilidade, já sentindo aquela impressão de liberdade e ao mesmo tempo pensando que não ia mais furar os meus pés em espinhos ou cacos de vidro, nem atolar as muletas na lama quando chovia, nem muito menos me queimar debaixo do sol causticante do nosso Sertão seridoense durante as idas e vindas do trabalho. 
 
 
E foi com essa alegria que corri para fazer minha matrícula em uma auto escola de Caicó-RN e lá veio o primeiro balde de água fria, que fez com que meu contentamento logo desse lugar a uma baita dor de cabeça, pois para meu espanto fui avisada que eu não poderia fazer as aulas práticas em Caicó, pois a cidade não possuía nenhuma empresa de Formação de Condutores que dispusesse de veículo com transmissão automática e direção hidráulica atendendo assim as minhas necessidades. 
 
 
Mesmo assim decidir fazer as aulas teóricas em Caicó, e enquanto eu cursava as aulas pesquisava a existência de alguma auto escola no Estado que me atendesse. 
 
 
Descobrir a existência de uma em Parnamirim, entretanto eles logo me avisaram que apesar do veículo ser adaptado era uma adaptação manual, ou seja, com ela o motorista usa as mãos para frear e acelerar. Informei que no meu caso a adaptação era outra já que constava no laudo. 
 
 
Tentei ainda explicar que esse tipo de adaptação que existia no carro deles era voltada para atender pessoas paraplégicas, ou seja, que não possuem movimentos da cintura para baixo. 
 
 
Já a minha deficiência era diferente pois, tenho os movimentos das pernas entretanto, possuo baixa estatura. No entanto, foram taxativos ao afirmarem que a adaptação era a que eles possuíam. 
 
 
Diante dessa situação continuei a busca por outra auto escola já que o veículo da empresa de Parnamirim não atendia as minhas necessidades, e fui informada da existência de uma na cidade de Mossoró depois de ter sido aprovada no curso teórico e com a proximidade das minhas férias do trabalho fui a Mossoró. 
 
 
Lá eu fui bem recebida, vi o carro, conversei com o instrutor, com o proprietário da escola e ficaram acertadas as aulas para as minhas férias, pois o horário do meu trabalho não permitiria esse translado entre Caicó-Mossoró diariamente. 
 
 
Foi marcado o início das aulas para o dia 07/07/2014, todavia adoeci com uma conjuntivite e passei uma semana sem poder sair de casa fazendo o tratamento recomendado pelo médico. 
 
 
Remarcamos então para o dia 22/07/2014, entretanto a pessoa que faz as adaptações no único carro que podia me atender sofreu um acidente e está impossibilitado de fazer as adaptações e consequentemente eu fiquei sem as aulas e ainda não sei quando será possível fazê-las. 
 
 
É significante informar que a justificativa dos proprietários das auto escolas para não possuírem os veículos adaptados é que esses possuem um custo elevado para atenderem uma pequena clientela. 
 
 
Para mim, esse discurso não se sustenta, pois como professora sei que quando uma criança com deficiência chega a uma escola seja ela pública ou privada, somos obrigados a recebê-la e darmos o mínimo de condições para que ela estude, sob pena de respondermos na justiça.Afinal de contas a educação é um direito de todos e para todos. Ou seja, para recebermos essa criança a escola precisa construir rampas, instalar elevadores, adaptar banheiros, adquirir mobiliário especial e softwares, etc. E essas adaptações também têm um custo elevado para atender um pequeno número de crianças. 
 
 
Da mesma forma, espaços públicos como shopping, restaurantes, bares, lojas etc, são obrigadas a se adequarem, respeitando assim o direito da pessoa com deficiência física de ir e vim. 
 
 
Do mesmo modo os concursos públicos e as empresas são obrigadas a respeitar a cota para deficientes. 
 
 
E é seguindo essa linha de raciocínio que questiono até quando os direitos de igualdade, acessibilidade e dignidade das pessoas com deficiência serão desrespeitados pelas auto escolas do RN e especialmente de Caicó (Centro Regional da Região do Seridó)? 
 
 
Será que as pessoas sem deficiência no RN e especialmente no Seridó vão continuar participando de suas aulas e exames práticos, sem maiores problemas, pois existem veículos em número suficiente para atendê-los, enquanto isso, pessoas com deficiência como eu, tem que sair de sua cidade, se cansar com longas e onerosas viagens e ausentar-se do trabalho durante vários dias? 
 
 
Fui aconselhada por algumas pessoas com deficiência física a comprar logo o meu carro, mandar adaptar e assim resolver logo o meu problema. 
 
 
Entretanto, é importante lembrar que as pessoas sem deficiência realizam suas aulas nos veículos da auto escola (eles tem seguro, caso o aluno gere algum dano material e/ou pequenas colisões suscetíveis de acontecer durante o curso prático o aluno não terá nenhuma despesa extra), então por que com as pessoas com deficiência tem que ser diferente? 
 
 
Também não posso esquecer de citar aqui, que os veículos das auto escolas se diferenciam dos demais veículos que circulam pelas vias públicas, por possuírem uma enorme faixa amarela com letras pretas onde está escrito “AUTO ESCOLA”. 
 
 
Essa diferença existe para informar aos pedestres e motoristas que redobrem a atenção, pois quem está conduzindo aquele veículo é um aprendiz e este ainda não tem total habilidade. 
 
 
E se eu for ter minhas aulas práticas no meu próprio carro, essa informação não será difundida, ou seja, a segurança será aqui esquecida. 
 
 
Por fim, questiono até quando o Detran que é o órgão que coordena o serviço das auto escolas, vai fazer vista grossa a essa realidade?
 
 
E caso eu não consiga fazer o curso prático,( até o mês de janeiro/2015 período em que meu processo se vence), ficarei mesmo no prejuízo? 
 
 
Termino aqui agradecendo a sua atenção e com a esperança de que alguma autoridade competente possa responder a todos esses questionamentos e quem sabe modificar essa humilhante situação. 


Quem quiser ajudar a Claudia nessa luta pode entrar em contato por facebook :



8 de jan. de 2014

Mãe de deficiente intelectual denuncia preconceito em central do VEM

Símbolo de acessibilidade é formado por diversas pessoas
Uma mãe que levava o filho com deficiência intelectual e epilepsia de difícil controle até a central de atendimento do cartão VEM (Vale Eletrônico Metropolitano), na rua da Soledade, bairro da Boa Vista, disse ter sido vítima de discriminação por parte dos funcionários do local. 


Segundo Nieta Kátia Brasiliano, de 45 anos e mãe da pessoa com deficiência neurológica José Luiz da Silva Júnior, de 23 anos, por volta das 12h30 desta sexta-feira (3), ao perguntar se poderia ir até algum banheiro para trocar a fralda de seu filho, teria sido vítima de gestos e piadas preconceituosas.


Nieta Kátia foi, acompanhada do filho, até a central do VEM para realizar a troca da antiga carteira de livre acesso, documento que permite a gratuidade de passagens de ônibus para deficientes na Região Metropolitana do Recife – RMR, pela nova edição da carteira. Ao chegar ao local, o seu filho, que utiliza fraldas geriátricas, acabou defecando.


“O meu filho usa fraldas e não sujou nada. Eu só perguntei se poderia levá-lo até algum banheiro, mas fui alvo de chacotas e olhares preconceituosos dos funcionários. Eles afastaram as cadeiras do meu filho e fizeram sinais com o dedo no nariz. Meu filho é só um deficiente, ele não é um monstro”, disse, enquanto enxugava as lágrimas, a mãe do rapaz.


Gabriela Sales, 35 anos e operadora de telemarketing, tinha ido até o local para retirar a segunda via do seu cartão VEM e acabou testemunhando o ocorrido. 


“Um funcionário se aproximou da mãe do rapaz e disse algo, mas não cheguei a escutar o que ele falou. Vi também que o funcionário levou uma cadeira embora. Depois disso, uma pequena confusão se formou e a mãe do rapaz começou a gritar que a culpa, por não existirem banheiros no VEM, era do governo e não dela”, contou.


Abordados pela reportagem do portal FolhaPE, dois funcionários da central de atendimento do cartão VEM, que não quiseram se identificar, disseram que não existe nenhum tipo de banheiro, para pessoas com deficiência ou não, no espaço, que funciona de segunda a sexta-feira, das 07h às 20h, e atende a centenas de pessoas por dia.


A assessoria de comunicação da Urbana-PE (Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros no Estado de Pernambuco), entidade responsável pela central de atendimento VEM, informou que uma estrutura com diversos banheiros químicos adaptados foi montada para uso dos deficientes físicos que fossem até o local para realizar a troca da antiga carteira de Livre Acesso pelo novo Cartão VEM Livre Acesso, mas que esses banheiros foram removidos após o término do primeiro período de troca de carteiras, que se encerrou no último dia 30.


Ainda segundo a Assessoria de Comunicação da Urbana, os funcionários da central VEM poderiam ter conduzido a pessoa com deficiência, junto com sua mãe, até um banheiro que fica em uma área restrita aos trabalhadores da Central. 


Perguntada sobre o processo de capacitação dos funcionários da central VEM, a assessoria da Urbana não soube dizer se existem capacitações específicas para atendimento a deficientes, mas lamentou o ocorrido e informou que a empresa tem se esforçado para atender a diferentes públicos.


Fonte: Folha PE


19 de set. de 2013

Denúncias de crimes contra pessoas com deficiência aumentam 81% neste ano

Foto destaca mão sobre roda de cadeira de rodas
As pessoas denunciaram mais neste ano os crimes cometidos contra pessoas com deficiência. 


De acordo com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) o Disque Direitos Humanos registrou um aumento de 81,3% de janeiro a agosto deste ano, em relação ao mesmo período de 2012. Nos oito primeiros de 2013 foram feitas 129 denúncias, contra 75 do ano passado.


Das 136 denúncias recebidas, 89 foram de agressões e maus-tratos. 


Para a coordenadora Especial de Apoio e Assistência à Pessoa com Deficiência da Sedese, Ana Lúcia de Oliveira, o desafio de combater a violência sofrida por esse público é grande. 


“Na maioria das vezes, os maus-tratos acontecem pelos próprios familiares, que trancam essas pessoas em casa, além de não prestarem os cuidados básicos que necessitam. Isso acaba contribuindo para excluí-las da sociedade”, advertiu.


O secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Cássio Soares, avalia que esse aumento no número de denúncias no Disque Direitos Humanos se deve, principalmente, ao lançamento do Plano Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência – o “Minas Inclui”, em junho deste ano. 


Com o plano, o governo tem procurado atuar sobre as causas dos problemas enfrentados pelas pessoas com deficiência, buscando a melhoria da qualidade de vida e a garantia de direitos e de oportunidades entre todas as pessoas.
 


Disque Direitos Humanos



O Disque Direitos Humanos é um serviço telefônico que tem como objetivo receber, encaminhar e monitorar qualquer tipo de denúncia de violação de direitos humanos que envolva maus-tratos a idosos, a mulheres, a crianças e adolescentes, ao público LGBT, além de pessoas com algum tipo de deficiência e crimes de racismo e contra o meio ambiente, entre outros. A ligação é gratuita e sigilosa


O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, pelo telefone 0800 031 11 19.


Fonte: Em.com.br

31 de ago. de 2013

Aplicativo denuncia quem viola vaga para deficientes

Ujatoba_estacionamento_deficientes

Quem é que nunca viu alguém utilizando indevidamente uma vaga de estacionamento reservada para deficientes físicos? 

Esse tipo de cena cada vez mais comum nas cidades, seja quando vamos a um supermercado, banco ou show, por exemplo, costuma causar revolta em quem presencia, mas um aplicativo (app) para smartphone pretende ajudar a denunciar quem gosta de levar vantagem nesse tipo de situação.


O aplicativo Parking Mobility, que está disponível gratuitamente na App Store, viabiliza a geração de um relatório que pode ser enviado diretamente as autoridades, segundo informou o site springwise

Os usuários enviam três fotos: uma com a placa do carro, uma da janela da frente e uma da vaga de estacionamento.

O vídeo abaixo explica como o aplicativo funciona:


 
Uma vez que a comunidade de deficientes físicos é cada vez mais consciente quanto as infrações nos estacionamentos, o aplicativo ajuda a trazer mais agressores à Justiça e criar receita para as cidades, por meio das multas. 

As irregularidades registradas pelo Parking Mobility junto as autoridades poderão ainda recolher 20% das multas para instituições de caridade voltadas aos que têm dificuldade de locomoção.

E aí? Gostou da ideia?


Fonte: EcoD

30 de ago. de 2012

Restaurante Popular falha na acessibilidade

 Pia em corredor atrapalha a passagem de outras pessoas, quando cadeirante está no local

Vinte dias após o início do funcionamento do Restaurante Popular, ainda há reclamações sobre a estrutura do local.

 A questão agora refere-se à acessibilidade do espaço, especialmente para pessoas que se locomovem com cadeiras de rodas. 

O pensionista José Luiz de Oliveira frequenta o restaurante há vários dias. Ele utiliza um triciclo elétrico e reclama da altura das mesas no refeitório e também da pia nos sanitários.

 "O banheiro é adaptado, mas a pia está no corredor e atrapalha a passagem das outras pessoas", disse. A equipe da Tribuna acompanhou o trajeto de José Luiz ao sanitário e pode observar que, como o local é pequeno, o giro da cadeira ficou prejudicado.

O pensionista tem entrada privilegiada no espaço, pela porta em que normalmente ocorre a saída dos clientes. O tíquete-refeição é obtido fora do caixa, por um funcionário que fica na recepção.

 Por conta disso, José Luiz não enfrenta problemas em relação à altura do local de pagamento. Já no refeitório, o cadeirante não consegue ter acesso ao bufê, local onde as comidas são fornecidas. Apesar do problema arquitetônico, há um profissional da Servir, empresa responsável por gerir o estabelecimento, que fornece a refeição quando necessário.

Nos primeiros dias, José Luiz também enfrentou outro problema. As mesas não estavam adaptadas para as cadeiras. Como havia bancos fixados no chão nos dois lados do móvel, o pensionista precisava almoçar sentado à cabeceira da mesa. "Eu fico no corredor, atrapalhando a passagem das pessoas e, ainda, bloqueando o uso de outros dois bancos. Isso não é o ideal, fere nossos direitos", afirmou.

Direitos

De acordo com a lei 10.098, da Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, os locais públicos devem "garantir a acessibilidade e a utilização de bens e serviços, mediante a eliminação de barreiras arquitetônicas", considerando-se barreira qualquer entrave ou obstáculo que limite ou impeça o acesso, a liberdade de movimento e a circulação com segurança de pessoa portadora de deficiência.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) também estabelece diretrizes para acessibilidade, na norma NBR 9050, referente ao serviço de bares e restaurantes. Entre elas, determina o espaço indicado em um corredor para circulação de cadeirantes e a necessidade de que, pelo menos, 5% do total de mesas seja acessível à pessoa cadeirante. 

Esta porcentagem também é válida para o buffet e o caixa. Nos balcões de autosserviço, a altura máxima deve ser de 85cm. Também é preciso uma área de aproximação de 90cm. 

Outra determinação é de que as mesas sejam integradas às demais para que sejam oferecidos todos os serviços disponíveis no local. As determinações da lei não são cumpridas no Restaurante Popular.

'Se local estiver fora do padrão, será equacionado'

Para a ONG Somar Brasil, que trabalha com a inclusão social das pessoas com deficiência, o Restaurante Popular que deveria servir de exemplo na questão da acessibilidade, acaba perdendo referência. "O local não deveria nem ser aberto antes de ser feita vistoria que avaliasse a acessibilidade. Que diminuam a quantidade de mesas e destinem o espaço para o cadeirante, que precisa ser maior que os demais para contemplar a cadeira também", falou a associada da ONG, Maria Helena da Silva.

A secretária de Assistência Social, Tammy Claret Monteiro, afirmou que o projeto arquitetônico do Restaurante Popular foi elaborado com base nas leis de acessibilidade. 

Sobre a dificuldade encontrada para o giro da cadeira no corredor onde estão as pias, a secretária informou que acionou o responsável pelo projeto arquitetônico do prédio para rever a situação. "Tecnicamente, não tenho como falar sobre o assunto. Mas se o local estiver fora do padrão, será equacionado." 

Em relação à falta de acesso ao bufê, Tammy declarou que, na semana passada, houve uma mudança no layout deste espaço.

 Durante essa semana, será feita nova avaliação, inclusive sobre essa questão relacionada ao acesso desses clientes. Ainda segundo a secretária de Assistência Social, o restaurante recebeu na última segunda mesas sem bancos, que são exclusivas para o uso dos cadeirantes.

13 de ago. de 2012

FALTA DE ACESSIBILIDADE???????DENUNCIE JÁ!!!!!!!!!!!!!!

Boa tarde leitores,

Ontem dia (12/08) fui com a minha família no  Green Garden Restaurante Choperia‎ comemorar o dia dos pais e mais uma vez me deparei com a falta de acessibilidade. 

O local  possue escadas no local que dá acesso aos banheiros e a entrada do banheiro têm 2 portas estreitas na qual é impossivel entrar com a cadeira de rodas. 




Assim que cheguei em casa encaminhei a denúncia pelo Portal da Deputada Federal Mara Gabrilli www.maragabrilli.com.br   no link DENUNCIE.

FAÇA COMO EU!!! FALTA DE ACESSO DENUNCIE.