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26 de jun. de 2014

Catanduva (SP) recebe Centro de Tecnologia e Inclusão Social

Foto com o símbolo da acessibilidade
Nesta quinta-feira, 26 de junho, às 15h, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo e a Prefeitura do município de Catanduva foi inaugurado o Centro de Tecnologia e Inclusão Social, na cidade. 


No mesmo espaço funciona a sede da Coordenadoria Municipal de Inclusão Social, órgão da prefeitura responsável pelas ações de inclusão no município.


Implantado na cidade por meio de convênio firmado entre a Secretaria e a Prefeitura, o Centro será equipado com quadra esportiva coberta, piscina coberta e aquecida, sala de informática e academia ao ar livre adaptada para pessoas com deficiência física.


O Centro atenderá preferencialmente pessoas com deficiência e idosos, nas áreas: esporte, lazer e cultura, qualificação profissional e emprego e atendimento psicológico.


Na área do esporte adaptado para pessoas com deficiência, o espaço conta com aulas de iniciação e treinamento nas modalidades atletismo, natação e xadrez, sendo que a última é voltada apenas para pessoas com deficiência visual. Além disso, os atendidos também terão aulas de dança, hidroginástica e ginástica funcional.


Voltado ao público idoso, na área do esporte, o Centro conta com iniciação e treinamento nas modalidades: atletismo, natação e voleibol adaptado, além de dança, hidroginástica, alongamento e jogos de mesa, como damas, dominó e xadrez. Os idosos também terão aulas de informática.


Tanto as pessoas com deficiência quanto os idosos, poderão solicitar credencial para estacionamento em vaga exclusiva e o cartão de gratuidade para utilização do transporte público no espaço.


Centro de Tecnologia e Inclusão de Catanduva


Endereço: Rua 15 de novembro, 1600 - Jardim Santa Rosa - Catanduva


 Fonte: Secretaria da Pessoa com Deficiência

8 de nov. de 2012

Projeto de extensão da Unesp capacita pessoas com deficiência para o trabalho


Mão segura carteira de trabalho
O projeto "Inclusão profissional de pessoas com deficiência no mercado de trabalho competitivo", da Faculdade de Filosofia e Ciências da Unesp, Câmpus de Marília, tem como objetivo capacitar pessoas com deficiências para o mercado formal de trabalho.

A inserção de pessoas com deficiências no mercado de trabalho ainda constitui um desafio para a sociedade. As dificuldades de ingresso no mercado formal de trabalho ocorrem em função de um conjunto de fatores, como limitações impostas pela deficiência, falta de estrutura social frente às suas necessidades de reabilitação, educação e profissionalização, à baixa escolarização e formação profissional, deflagrando a necessidade de desenvolvimento de habilidades.

Nesse sentido, há necessidade de criar oportunidades para valorização das potencialidades e fortalecimento dos aspectos que constituem limitações. Com o advento da Lei nº 8.213/91, art.93, denominada Lei de Cotas, que assegura a contratação obrigatória de pessoas com deficiências, respeitando o percentual de 2 a 5%, a partir de empresas com mais de 100 funcionários, ampliam-se as possibilidades de oferta de vagas de trabalho para pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

Contudo, tal mudança é processual e a consolidação do direito ainda está em fase de construção. A colocação no mercado de trabalho também está associada ao processo de qualificação profissional.

Com participação dos professores Nilson Rogério da Silva, Deyse Paula de Almeida Silva, Maria Candida Soares Del Masso e Suelen Moraes de Lorenzo, a pesquisa, publicada na 'Revista Ciência em Extensão', v.7, n.3, 2011, foi realizada com 10 pessoas com deficiência (física e intelectual).

O projeto contou com a parceria de uma empresa privada do município. Durante os dois primeiros meses a capacitação ocorreu integralmente na instituição (ASTI - Associação de Suporte ao Trabalho Inclusivo), do terceiro ao quinto mês ocorreu meio período na ASTI e meio período na empresa e no último mês integralmente na empresa.

A ação foi realizada em período de 6 meses, com carga horária diária de 6h e foram desenvolvidas as seguintes atividades: treino de habilidades funcionais; treino de atividade de leitura e escrita funcional, focada nas necessidades do trabalho e nas habilidades requeridas para o desempenho nas diferentes atividades na empresas; treino de atividades de vida diária que envolve cuidados de higiene pessoal, aparência e vestuário; treino de atividades de vida prática e treino de habilidades de empregabilidade.

Os dados foram muito satisfatórios, pois ao final do programa 90% dos capacitandos foram contratados pela empresa. Este projeto é realizado por uma equipe multidisciplinar que envolve docentes de terapia ocupacional, estagiários de terapia ocupacional, assistente social (docente na área de educação especial) e estudantes de pedagogia. "Atualmente outro grupo de deficientes vem sendo capacitado", afirma Nilson Rogério da Silva.

Fonte: http://www.unesp.br

2 de nov. de 2012

Grupo adapta 'O Mágico de Oz' para deficientes visuais em Sorocaba (SP)


Olho

Um grupo de atores de uma companhia teatral de Sorocaba (SP)desenvolveu uma adaptação da peça "O Mágico de Oz" para deficientes visuais.

A peça, que faz parte do projeto "O Teatro e o Deficiente Visual - Um toque apenas", foi encenada pela primeira vez na sexta-feira (26). A iniciativa é da Associação Sorocabana de Atividades para os Deficientes Visuais (ASAC).

A diretora Rose Marques falou ao G1 sobre a inclusão de pessoas com esse tipo de deficiência no teatro. "Foi necessário muito estudo para entender o universo do deficiente visual. Foram três meses de pesquisas até chegar ao resultado final", disse. Segundo Renata Martins, coordenadora pedagógica da ASAC, o objetivo da montagem é incentivar a inclusão. "Já levamos eles para o cinema com audiodescrição, mas em uma peça de teatro é a primeira vez."

A organização contou com recursos que despertassem os cinco sentidos. Instrumentos musicais e até maçãs foram utilizados na peça. O público pôde sentir o caminho da "estrada das pedras amarelas" e até mesmo o figurino dos atores. "Queremos soltar a imaginação deles, fazê-los sentir a peça", comentaram os atores Mayara Moraes e Vinicius Novelli. Os artistas encenaram em meio ao público, interagindo com ele.

Na busca pelo coração do homem de lata, pelo cérebro do espantalho e pela coragem do leão, a montagem trouxe a visão por meio da imaginação para o público, que era formado por todas as idades. "Imaginei o castelo cheio de janelas e escadas e recordei do meu tempo de criança", conta, emocionada, Elza de Jesus Rosa Francisco, que veio de Itu (SP) para conferir sua primeira peça teatral. Emoção que não foi diferente para Isabela Martins, de 10 anos. "Gostei de pegar na roupa do espantalho e de quando ele caiu perto de mim."

Ao final da peça, os atores se emocionaram com o resultado. "Foi um sonho. Eu nunca pensei que teria essa experiência incrível. Fiquei impressionada com a confiança que eles têm na gente", comemora a atriz Maria Gabriela Adolfo Castilho, que interpretou Dorothy. Agora, a peça parte para o Rio de Janeiro, onde tem apresentação marcada para a próxima segunda-feira (5).

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai

2 de out. de 2012

Cão-guia: saiba o que é preciso para conseguir um e conheça o treinamento

 
Atualmente, existem 2.000 pessoas na fila de espera para conseguir um cão-guia no Brasil. 

Se pensarmos no número de deficientes visuais no país - 5,4 milhões - esse número ainda é baixo. Menor ainda é a quantidade de cegos que contam com o auxílio: apenas 70. 

 O Mais Você acompanhou todo o processo de adaptação do paulistano Gabriel, de 28 anos, com o seu cão-guia, a Julia. Através de uma ONG, ele levou um ano para conseguir o auxílio. 

Agora, está no processo de treinamento com a cadelinha. Você sabe o que é preciso para conseguir um cão-guia? Siga as orientações:

- estar legalmente cego;

- possuir boa saúde física e mental;

- ter, pelo menos, cursado ou estar cursando uma escola secundária (não há idade mínima nem máxima para obtenção do animal);

- ser capaz de prover alojamento adequado e querer o cachorro para propósitos de mobilidade.

A escolha do cão-guia

O treinamento para um cachorro se tornar um cão-guia não é fácil e, na verdade, já começa na seleção das raças adequadas para a função: geralmente são pastores alemães, labradores e golden retrievers.

As etapas do treinamento

- Aos três meses, o cão inicia a fase de socialização, que vai até completar um ano de idade. Essa fase pode ser conduzida pelo treinador ou por uma família voluntária, que cuida do animal no primeiro ano de vida;

- Nessa fase, o cão aprende a conviver em ambiente social, urinar e defecar apenas em locais apropriados e alguns comandos básicos para o convívio;

- Depois, vem o treinamento específico, com duração de sete meses;

- Nessa fase, o cão aprende a desviar de obstáculos, perceber o movimento do trânsito, identificar objetos, encontrar a entrada e saída de diferentes locais, localizar banheiros, escadas, elevadores, escadas rolantes, e desviar de obstáculos, entre outras atividades importantes;

- No último mês, é realizado o treinamento para transformar a dupla cão-guia e seu usuário em um time com harmonia.

fonte: Globo

19 de set. de 2012

CNH: pessoas com deficiência auditiva podem fazer prova no DF

Detalhe da mão segura o volante de um carro
Após anos de espera, os brasilienses com deficiência auditiva poderão fazer prova em Língua Brasileira de Sinais  (Libras) para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH)

 O Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF) espera que, ainda este ano, passe a usar as Libras nos exames teóricos para tirar carteira de motorista, que atualmente são aplicados apenas em português.

A novidade foi celebrada pela Associação de Pais e Amigos dos Surdos do DF (Apada-DF), que há anos luta para conseguir que os órgãos públicos adaptem provas e atendimentos às pessoas com deficiência. 

“Nós pressionamos a direção do Detran há tempos, assim como outros órgãos que oferecem intérpretes, mas ainda não fazem material específico para as pessoas com deficiência auditiva”, fala Marcos de Brito, coordenador do curso de Libras da associação.

A Maria Pedrivânia Batista, 33, tem deficiência auditiva e conseguiu a aprovação no teste teórico. Agora faz aulas práticas para obter a habilitação. Ela é aluna do instrutor de direção Diógenes de Oliveira Costa, 36, que desde 1999 dá aulas para alunos com deficiência auditiva.

Por meio do intérprete, Vânia, como gosta de ser chamada, acredita que a mudança vai ser boa para todos, porque permite a dissociação do português e da Libras. “Passei [no exame], foi tranquilo, porque me dediquei. Mas, quando tinha alguma palavra complicada precisava chamar o fiscal e pedir ajuda”, conta ela.
 
Barreira

O coordenador da Apada explica que a dificuldade é enorme para as pessoas com deficiência fazerem o exame. “Uma palavra como núcleo, usada em ‘núcleo de trânsito’, tem vários significados, mas, para eles, a primeira coisa que conseguem imaginar é a parte química, ligado aos átomos”, diz. Marcos acrescenta que ao ler a prova eles buscam imagens na mente para tentar responder. “A semântica e a realidade são muito diferentes”, afirma.

Diógenes reforça que a nova prova vai facilitar para os alunos. “Eles ainda têm muito dificuldade e acabam sendo reprovados várias vezes.” Mas, por precaução, o instrutor ainda não havia dado a notícia aos novos alunos. “Se por acaso não acontecer logo, eles vão ficar frustrados”, diz.

10 de ago. de 2012

3 de ago. de 2012

Alunos com e sem deficiência fotografam Curitiba (PR)

 Montagem com fotos dos alunos da Exposição Encontros e Olhares

Poderia ser apenas mais um curso de fotografia. Adolescentes que agora têm a câmera como extensão de seu olhar e que mostram ao povo de Curitiba (PR) sua arte a partir deste mês de agosto. Mas desta vez são nove novos fotógrafos que fizeram parte de um grupo especial: a primeira turma de um projeto de inclusão que reuniu pessoas com deficiência intelectual e outras sem deficiência.  

O projeto Fotografia para Adolescentes, realizado pela Lei Municipal de Incentivo a Cultura, através do Mecenato subsidiado e incentivado pela Volvo, mostra seu resultado a partir de hoje (3/08) no Café do Top do Shopping Müller com a exposição Encontros e Olhares. Na data, cada um dos participantes terá uma de suas produções, realizadas ao longo do curso, exposta. “Tinha a fotografia como brincadeira. Acho legal expor porque não é sempre que se tem uma oportunidade desta: de mostrar nosso trabalho e participar de uma exposição”, afirma Gabriela Peratello, 15 anos.

O curso durou um semestre e a fotografia tomou outro status ao longo das aulas: o de instrumento de relação social com o mundo externo. “Através desse trabalho foi possível perceber a importância da foto na construção do indivíduo como um todo”, acredita a fotógrafa e coordenadora pedagógica do projeto, Michelle Serena. Ela, que há 13 anos trabalha com fotografia, deu o primeiro passo para um projeto que promete durar muito tempo.

A expectativa é que agora que o projeto foi iniciado, ele não pare tão cedo. “Esta foi uma experiência transformadora. Como foi o primeiro projeto e deu muito certo, mostrou que deve ter uma proposta maior, uma continuidade”, afirma a fotógrafa.

Para a psicóloga que atende alguns dos participantes com Síndrome de Down, Maria Isabel Valente, o projeto proporcionou aos adolescentes, crescimento pessoal, profissional e social. “Eles descobriram a fotografia, agora tem propriedade e conhecem as técnicas, podem fazer isso profissionalmente. Foi importante ainda para as pessoas olharem e perceberem que não existe uma limitação: eles podem ir muito mais longe se orientadas e ensinadas como qualquer outra pessoa”, esclarece.
 
Reconhecimento

Unir em uma turma pessoas sem e com deficiência poderia ser difícil, mas não foi o que aconteceu. “No começo havia uma preocupação, pois nunca havia trabalhado com adolescentes, e nem com pessoas com deficiência intelectual”, conta Ulisses Segatto, instrutor de fotografia. Porém, o que os adolescentes desenvolveram superou as expectativas. “O que falta de técnica, eles compensam com o olhar”, avalia.

Como a proposta era de inclusão, o grupo dividiu dúvidas e aprendizados, além de experiências. “Enxergamos que houve uma evolução em termos de relações, elas foram ficando cada vez mais fortes. O olhar eles desenvolveram igualmente, a técnica cada um ao seu tempo”, esclarece a coordenadora. Para Gabriel Fiori, 17 anos, além de importante, o curso proporcionou a convivência entre as diferenças. “E foi um aprendizado, uma experiência que eu não vou esquecer”.

Além de possibilitar que os adolescentes ampliassem seus repertórios, a convivência entre pessoas com deficiência e sem foi um dos aprendizados mais importantes. Entre as oficinas no estúdio com diferentes técnicas, como Light Painting e de edição, eles saíram às ruas, capturando o seu olhar sobre o mundo e suas casas, aniversários, passeios com as famílias, mostrando aos outros o seu mundo. “A turma era coesa, isso fortaleceu o vínculo com os outros. Eles terem essa visão de sociedade e as pessoas terem a visão deles como capazes é muito importante”, lembra Débora Gaid, mãe de João Felipe, 16 anos, com Síndrome de Down.

Exposição

Encontros e Olhares, no dia três de agosto será a exposição oficial do grupo. Antes do evento, familiares e amigos puderam conhecer um pouco do trabalho realizado durante o projeto. A formatura aconteceu no dia nove de julho, na Escola Portfólio de Fotografia, onde cada participante mostrou dez de suas produções. 

“Este projeto coloca a fotografia como instrumento de relação social com o mundo externo e, em alguns casos, até como profissão. Esse foi o primeiro diploma para muitos deles”, esclarece Michelle. Laura Negri, 22 anos, com Síndrome de Down, concorda e afirma: “Com a formatura, nossa posição vai ser mais importante”.

Para a mãe de Laura, Mônica Negri, o aprendizado foi percebido no cotidiano, quando a filha utilizava a máquina fotográfica fora do curso. Ela acredita que o diferencial do projeto foi dar a oportunidade de aprender profissionalmente. “O que nós, pais, queremos é que os cursos atendam e acolham a pessoa com deficiência entendendo ele como capaz, sem nenhum tipo de diferenciação”, explica.

Exposição Encontros e Olhares
Direção: Michelle Serena
Valor do Ingresso: gratuito 

A partir de 3 de agosto até 01 de setembro

Local: Café do Top – Shopping Muller
Endereço: Avenida Cândido de Abreu, 127 – Centro Cívico | Piso Cinemas
Telefone:  (41) 3074-1000 

Em 25 de agosto - Durante o III Mutirão do Instituto Robert Bosch
Local: Escola Municipal Dario de Castro Velloso
Horário: 9h às 17hs
Endereço: Rua Des. Cid Campelo, 4.630 – Vila Barigui / CIC

Em 21 de setembro - Dia Nacional da Pessoa com Deficiência
V Reatiba – Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho
Local: CIETEP
Horário: 9h às 17hs
Endereço: Av. Comendador Franco, 1341, no Jardim Botânico.

 

25 de jul. de 2012

Unesco no Brasil seleciona projetos sobre inclusão social e educação

"Propostas serão financiadas com recursos do Criança Esperança; organizações da sociedade civil sem fins lucrativos têm até o fim do mês para apresentar candidatura"

Crianças jogando capoeira. Ao fundo, logotipo do Criança Esperança.
A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, está selecionando projetos que serão financiados com recursos do Criança Esperança.
Organizações sem fins lucrativos da sociedade civil têm até o dia 31 de julho para enviar a candidatura. Serão avaliadas propostas que promovam a inclusão social, o empoderamento, o desenvolvimento humano e a educação.
27 Anos
Poderão receber recursos do Criança Esperança projetos que tenham como alvo crianças, adolescentes e jovens de minorias racias, em situação de rua, vítimas de violência ou com deficiência.
A responsável pelo programa na Unesco no Brasil, Marlova Noleto, fala sobre os resultados já alcançados em quase três décadas.
"Nós costumamos dizer que o Criança Esperança é o maior programa de mobilização social do mundo, porque nós temos doações de toda a sociedade brasileira. Nestes 27 anos, o Criança Esperança já arrecadou mais de R$ 232 milhões e beneficiou mais de 5 mil projetos sociais."

Inscrições

Os candidatos podem solicitar apoio financeiro do Criança Esperança para um período de um ano, com valores entre R$ 30 mil e R$ 190 mil.
Os detalhes sobre a seleção estão disponíveis no site da Unesco no Brasil.

Fonte:
Rádio ONU
Imagem: Unesco