28 de ago. de 2013

Pessoas com deficiência têm mais de 300 vagas de trabalho na Grande SP

http://www.noticiaki.com/wp-content/uploads/2010/05/emprega-sp.jpg
O programa Emprega São Paulo/Mais Emprego oferece nesta semana 305 oportunidades de trabalho para pessoas com deficiência. 

As vagas foram obtidas junto ao Padef (Programa de Apoio a Pessoa com Deficiência). 

Entre as mais ofertadas, estão 33 para operador de vendas, 25 para oficial de serviços gerais, 26 para auxiliar de limpeza e 21 para auxiliar de vendas.  


Para concorrer às vagas é necessário se cadastrar no programa Emprega São Paulo/Mais Emprego pessoalmente, em um PAT (Posto de Atendimento ao Trabalhador) - com RG, CPF, PIS e Carteira de Trabalho. 

Quando se candidatar diretamente a uma vaga direcionada a pessoa com deficiência é necessário apresentar laudo médico com o CID (Código Internacional de Doenças) e audiometria, no caso de deficiência auditiva. Se não possuir os documentos, o trabalhador receberá as orientações no PAT para obtê-los.

Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo

Como o autismo ajudou Messi a se tornar o melhor do mundo

messi-picking-up-his-fourth-ballon-dor

Messi é autista. Ele foi diagnosticado aos 8 anos de idade, ainda na Argentina, com a Síndrome de Asperger, conhecida como uma forma branda de autismo. 

Ainda que o diagnóstico do atleta tenha sido pouco divulgado e questionado, como uma maneira de protegê-lo, o fato é que seu comportamento dentro e fora de campo são reveladores.

Ter síndrome de Asperger não é nenhum demérito. São pessoas, em geral do sexo masculino, que apresentam dificuldades de socialização, atos motores repetitivos e interesses muito estranhos. Popularmente, a síndrome é conhecida como uma fábrica de gênios. É o caso de Messi.

É possível identificar, pela experiência, como o autismo revela-se no seu comportamento em campo — nas jogadas, nos dribles, na movimentação, no chute. “Autistas estão sempre procurando adotar um padrão e repeti-lo exaustivamente”, diz Nilton Vitulli, pai de um portador da síndrome de Asperger e membro atuante da ong Autismo e Realidade e da rede social Cidadão Saúde, que reúne pais e familiares de “aspergianos”.

“O Messi sempre faz os mesmos movimentos: quase sempre cai pela direita, dribla da mesma forma e frequentemente faz aquele gol de cavadinha, típico dele”, diz Vitulli, que jogou futebol e quase se profissionalizou. 

E explica que, graças à memória descomunal que os autistas têm, Messi provavelmente deve conhecer todos os movimentos que podem ocorrer, por exemplo, na hora de finalizar em gol. 

“É como se ele previsse os movimentos do goleiro. Ele apenas repete um padrão conhecido. Quando ele entra na área, já sabe que vai fazer o gol. E comemora, com aquela sorriso típico de autista, de quem cumpriu sua missão e está  aliviado”.

A qualidade do chute, extraordinária em Messi, e a habilidade de manter a bola grudada no pé, mesmo em alta velocidade, são provavelmente, segundo Vitulli, também padrões de repetição, aliados, claro, à grande habilidade do jogador. 

Ele compara o comportamento de Messi a um célebre surfista havaiano, Clay Marzo, também diagnosticado com a síndrome de Asperger. 

“É um surfista extraordinário. E é possível perceber características de autista quando ele está numa onda. Assim, como o Messi, ele é perfeito, como se ele soubesse exatamente o comportamento da onda e apenas repetisse um padrão”. 

Mas autistas, segundo Vitulli, não são criativos, apenas repetem o que sabem fazer. “Cristiano Ronaldo e Neymar criam muito mais. Mas também erram mais”, diz ele.

Autistas podem ser capazes de feitos impressionantes — e o filme Rain Man, feito em 1988, ilustra isso. Hoje já se sabe, por exemplo, que os físicos Newton e Einstein tinham alguma forma de autismo, assim como Bill Gates.

Também fora de campo, seu comportamento é revelador. Quem já não reparou nas dificuldades de comunicação do jogador, denunciadas em entrevistas coletivas e até em comerciais protagonizados por ele? Ou no seu comportamento arredio em relação a eventos sociais? Para Giselle Zambiazzi, presidente da AMA Brusque, (Associação de Pais, Amigos e Profissionais dos Autistas de Brusque e Região, em Santa Catarina), e mãe de um menino de 10 anos diagnosticado com síndrome de Asperger, foi uma revelação observar certas atitudes de Messi.

“A começar pelas entrevistas: é  visível o quanto aquele ambiente o incomoda. Aquele ar “perdido”, louco pra fugir dali. A coçadinha na cabeça, as mãos, o olhar que nunca olha de fato. Um autista tem dificuldade em lidar com esse bombardeio de informações do mundo externo”, diz Giselle. 

Segundo ela, é possível perceber o alto grau de concentração de Messi: “ele sabe exatamente o que quer e tem a mesma objetividade que vejo em meu filho”.

Giselle observou algumas jogadas do argentino e também não teve dúvidas:  “o olhar que ‘não olha’ é o mesmo que vejo em todos. Em uma jogada, ele foi levando a bola até estar frente a frente com um adversário. Era o momento de encará-lo. Ele levantou a cabeça, mas, o olhar desviou. Ou seja, não houve comunicação. Ele simplesmente se manteve no seu traçado, no seu objetivo, foi lá e fez o gol. Sem mais”.

Segundo Giselle, Messi tem o reconhecido talento de transformar em algo simples o que para todos é grandioso e não vê muito sentido em fama, dinheiro, mulheres, badalação. 

“Simplesmente faz o que mais sabe e faz bem. O resto seria uma consequência. Outra aspecto que se assemelha muito a meu filho”.

Outra característica dos autistas, segundo ela, é ficarem extremamente frustrados quando perdem, são muito exigentes. “Tudo tem que sair exatamente como se propuseram a fazer, caso contrário, é crise na certa. E normalmente dominam um assunto específico. Ou seja, se Messi é autista e resolveu jogar futebol, a possibilidade de ser o melhor do mundo seria mesmo muito grande”, diz ela.

A ideia de uma das maiores celebridades do mundo ser um autista não surpreende, mas encanta. Messi nunca será uma celebridade convencional. 

Segundo Giselle, ele simplesmente será sempre um profissional que executa a sua profissão da melhor forma que consegue — mas arredio às badalações, às entrevistas e aos eventos.  

“Ele precisa e quer que sua condição seja respeitada. Nunca vai se acostumar com o assédio. Sempre terá poucos amigos. E dificilmente saberá o que fazer diante de um batalhão de fotógrafos e fãs gritando ao seu redor. De qualquer modo, certamente a sua contribuição para o mundo será inesquecível”, diz ela.

Fonte: DCM

Alto Tietê tem mais de cem vagas para pessoas com deficiência

Mão segura carteira de trabalho
O Alto Tietê tem mais de cem vagas para pessoas com deficiência. 

As oportunidades foram disponibilizadas pelo Programa de Apoio à Pessoa com Deficiência (Padef) por meio do Emprega São Paulo.
 

O programa se empenha para que a lei de cotas seja seguida. 

O objetivo é fornecer condições para que essa população se coloque no mercado profissional. 

A legislação determina uma cota de 2% a 5% dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiências nas empresas com cem ou mais empregados. 

Isso significa que nas empresas com até 200 empregados deve ser de 2%; de 201 a 500 de 3%; de 501 a 1.000 de 4%; e de 1.001 em diante de 5%.
 

As pessoas com deficiência e os empregadores interessados devem fazer o cadastro gratuito no Emprega São Paulo. No caso dos profissionais, depois de feito o cadastro eles devem ir ao Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) mais próximo. 

No PAT eles devem apresentar RG, CPF, PIS, carteira de trabalho, laudo médico com o código internacional de doenças (CID) e audiometria (no caso de deficiência auditiva). Caso não possua estes laudos, o PAT dará o suporte para obtê-los.
Confira as vagas exclusivas para pessoas com deficiência


Vaga                                                         Deficiência                        Quantidade

Auxiliar de linha de produção                         auditiva                               4
Vendedor                                                            física                                 1
Fiscal de ônibus                                       aud./fís./visual/ intelectual         1
Oficial de serviços gerais                            física / auditiva                      3
Vendedor interno                                         física / auditiva                       1
Oficial de serviços gerais                            física / intelectual                  1



Confira as vagas gerais, mas que aceitam candidatos com deficiência

Vagas                                                             Local                      Quantidade


Operador de telemarketing                              Itaquera                          50
Auxiliar administrativo (PNE)                           Barueri                           50
Analista de suporte (PNE)                               Barueri                            4
Auxiliar de manutenção(PNE)                        Barueri                             4
Estagiário de control desk (PNE)           Mogi das Cruzes                   4
Analista de crédito (PNE)                               Suzano                            2
Líder de manutenção                                       Suzano                            1
Controlador de manutenção                          Suzano                             1
Auxiliar de linha de produção                           Poá                                1


Unidades do Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) no Alto Tietê



Mogi das Cruzes
 

Endereço: Avenida Cândido Xavier de Almeida Souza, 117, Centro Cívico
Informações: 4699-1900

 

Suzano
 

Endereço: Rua Portugal Freixo, 106, Centro, Suzano
Informações: 4742-7107

 

Itaquaquecetuba
 

Endereço: Estrada de Santa Isabel, 1.100, Monte Belo
Informações: 4642-1116

 
Ferraz de Vasconcelos
 

Endereço: Avenida Américo Trufeli, 60, Conjunto Residencial José C. Moriel
Informações: 4676-7773

 
Poá
 

Endereço: Rua 26 de Março, 72, Centro, Poá
Informações: 4639-7854

 

Arujá
 

Endereço: Rua Professor João Feliciano, 75, Bairro Barbosa
Informações: 4653-4057

 
Santa Isabel
 

Endereço: Praça Fernando Lopes, 32, Centro, Santa Isabel
Informações: 4657-4452


Fonte: Mogi e Suzano

Magazine Luiza oferece vagas para deficientes em Ribeirão e Franca (SP)

Logotipo do Magazine Luiza


 A rede de varejo Magazine Luiza abriu vagas de emprego para pessoas com deficiência nas unidades de Ribeirão Preto (SP) e Franca (SP). As oportunidades podem ser preenchidas por pessoas de ambos os sexos.

 

As características da deficiência de cada tipo de pessoa serão respeitadas pela empresa para o exercício da função. 


O contratado terá direito ao pagamento integral do plano de saúde, assistência odontológica, vale-transporte, vale-alimentação e outros benefícios como bolsa de estudos, cheque-mãe e cheque educação especial – para pais e mães de crianças com deficiência.
 


Para candidatar-se a uma das vagas, é necessário fazer a inscrição no site do Magazine Luiza. Os candidatos serão entrevistados para as vagas disponíveis nas duas cidades.

Abertas inscrições para o 4º Prêmio Ações Inclusivas para Pessoas com Deficiência - Edição 2013

 

A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo realiza, pelo quarto ano consecutivo, o Prêmio Ações Inclusivas para as Pessoas com Deficiência. 

Buscando o aprimoramento da gestão de suas políticas públicas, em especial na atuação com os municípios paulistas, a Secretaria quer novamente identificar e conhecer práticas inclusivas voltadas às pessoas com deficiência.

No período de 20 de agosto a 20 de setembro, estão abertas as inscrições para quem tenha se dedicado a construir uma sociedade mais justa e inclusiva. 

As inscrições são gratuitas e são válidas ações de todos os municípios do Estado de São Paulo inscritas por organizações sem fins lucrativos ou gestores públicos municipais e estaduais, com atuação no Estado de São Paulo.

 O objetivo é conhecer os programas, projetos e ações em prol dessa expressiva parcela da população, que soma mais de 9 milhões no Estado, para a  disseminação de iniciativas inclusivas e estimular a implementação de novas.

O Regulamento e o formulário de inscrição podem ser acessados pelo link http://premio.sedpcd.sp.gov.br/. Todas as práticas inscritas serão avaliadas e as finalistas serão premiadas com o 4º Prêmio Ações Inclusivas para as Pessoas com Deficiência.

Serão selecionados 30 finalistas e, dessas, as 10 melhores práticas inclusivas, segundo critérios estabelecidos no Regulamento, serão as vencedoras.

As campeãs terão suas práticas divulgadas em publicação impressa e digital e reconhecimento público em Cerimônia de Entrega do Prêmio, além de divulgação no portal da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo. Os ganhadores também receberão Troféu e Placa de Menção Honrosa.
 
Prepare-se para a Grande Festa do Prêmio "Ações Inclusivas", no dia 12 de dezembro de 2013, na sede da Secretaria, em São Paulo

 
4º Prêmio Ações Inclusivas para Pessoas com Deficiência

Data das inscrições: até 20 de setembro de 2013
Regulamento, Informações e Inscrições: http://premio.sedpcd.sp.gov.br/

Empresa desenvolve equipamento para estudantes com baixa visão

Tela mostra resultado de uma conta, enquanto é filmada na lousa
A Bonavision – empresa fundada por um pesquisador da clínica oftalmológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) – desenvolveu um sistema para que estudantes com visão abaixo de 30% ou subnormal – que enxergam em um campo de visão a até 20% do normal – possam enxergar de forma ampliada e com maior comodidade o que está na lousa e o que eles copiam no caderno, em sala de aula.

Resultado de um projeto realizado com apoio dos Programas Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) e de Apoio à Propriedade Intelectual (PAPI), da FAPESP, o equipamento é mais ergonômico e custa a metade do preço de produtos importados voltados para essa finalidade, afirma o oftalmologista José Américo Bonatti, um dos diretores da empresa.

“O preço de um equipamento importado é por volta de R$ 8 mil, enquanto o sistema que desenvolvemos custa R$ 4 mil e é mais ergonômico”, disse Bonatti à Agência FAPESP.

De acordo com o pesquisador, os equipamentos importados são compostos por uma câmera de vídeo com ajuste para longe e para perto, presa a uma base fixa com haste flexível para cima e para baixo e conectada a um monitor de computador ou TV – como uma webcam.

Para o estudante enxergar ampliado na tela do monitor com o equipamento, colocado sobre a carteira escolar, é preciso ajustar com a mão a câmera de vídeo para cima, em direção à lousa. Já para ver também de forma ampliada o que se está escrevendo, é preciso virar a câmera para baixo, em um ângulo de 90º, a fim de focalizar o caderno.

Ao retornar o foco da câmera de vídeo para a lousa e vice-versa, no entanto, perde-se o ponto em que se estava.

“Se o estudante esquecer o que estava escrito na lousa quando estiver copiando, com a câmera focalizada no caderno, ele terá que direcioná-la novamente para a lousa e, com muita dificuldade, procurar o ponto em que estava antes. Isso desestimula o aprendizado”, avaliou Bonatti.

Nos últimos quatro anos, o pesquisador e sua sócia, a doutora em design pela Faculdade de Arquitetura da USP, Fernanda Bonatti, estudaram uma forma de contornar esse problema. A solução a que chegaram foi um sistema com duas câmeras de vídeo com alternância, conectadas a um mesmo monitor.

A primeira câmera de vídeo do equipamento, voltada para a lousa, é presa a um suporte vertical fixo com haste flexível para cima e para baixo e para os lados, apoiado sobre a carteira escolar. Já a segunda câmera de vídeo, voltada para perto, desliza sobre um trilho de uma prancha para leitura e escrita desenvolvida anteriormente pela empresa.

A fim de alternar o uso das duas câmeras, sem que a primeira perca o foco da lousa e a segunda o do caderno, os pesquisadores desenvolveram um botão de controle que pode ser acessado pelo usuário no momento em que desejar.

“Com o botão de controle, o estudante pode alternar o uso das duas câmeras de vídeo na mesma tela. Quando estiver escrevendo e esquecer o que estava escrito na lousa, basta apertar o botão e a imagem exata do que estava copiando aparecerá na tela. Ao apertar novamente o botão, surgirá a imagem do caderno e assim sucessivamente”, exemplificou Bonatti.
 
Sistema inclusivo

O equipamento começou a ser comercializado no início deste ano por meio do site da empresa. Além de possibilitar a alternância das câmeras e ampliar de dez a 15 vezes o foco para longe, outras vantagens do equipamento, segundo Bonatti, são a facilidade de uso e a inclusão do estudante com deficiência visual, dispensando a necessidade de ser acompanhado por uma pessoa em sala de aula para ler o que está escrito na lousa.

“Há casos de professores de estudantes com deficiência visual que têm de ficar ao lado do aluno para ler o que está escrito na lousa ou de estudantes que têm de ficar com o rosto muito próximo à lousa para ler o que está escrito e voltar para a carteira para copiar”, disse Bonatti. 

“As duas situações são extremamente cansativas”, avaliou.

O produto é o quarto lançado pela empresa. O primeiro, em 2008, foi uma lupa especial para leitura que amplia textos em sete vezes. Já em 2009, os pesquisadores da empresa lançaram uma prancha de leitura acoplada à lupa. Em 2011, desenvolveram uma versão eletrônica da prancheta, na qual se basearam para desenvolver o sistema com alternância de câmeras.

Assim como os outros equipamentos, o sistema foi desenvolvido para ser utilizado com treinamento mínimo do usuário, ressaltou Bonatti. 

 “Procuramos desenvolver um sistema simples, que permite ao usuário memorizar o que está na lousa linha por linha ou mais linhas, dependendo da capacidade de memorização dele, e fácil de usar. Demoramos mais para desenvolver uma solução de uso simples do que para desenvolver a tecnologia em si”, disse Bonatti.

O pesquisador fez uma apresentação sobre sua experiência com o desenvolvimento de equipamentos de apoio à leitura para pacientes de baixa visão no dia 14 de agosto, durante a 5ª Semana de Propriedade Intelectual & Inovação, promovida pela Agência USP de Inovação.


Subprefeituras terão supervisor de acessibilidade

 
As Secretarias Municipais da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED); e de Coordenação das Subprefeituras publicaram, no dia 21/8, Portaria no Diário Oficial do Município estabelecendo que um servidor público (arquiteto ou engenheiro) de cada uma das 32 subprefeituras da cidade será designado como responsável por acompanhar os projetos e obras, observando os critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida, incluindo a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos.

 
Será criado também um grupo formado por integrantes das duas secretarias e que coordenará as atividades realizadas pelos Responsáveis Técnicos para Assuntos de Acessibilidade das Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida, como serão denominados os supervisores nas subprefeituras. 

Na prática, esses profissionais farão a interlocução com a Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA), órgão vinculado à SMPED, que oferecerá o suporte técnico e legal referente às normatizações vigentes sobre rampas, calçadas, piso tátil, inclinações, espaçamentos, dentre outras. 

Os supervisores não terão o papel de fiscalização, que já é feito pelos agentes vistores das subprefeituras, mas poderão fornecer os subsídios técnicos do que deverá ser fiscalizado.
De acordo com o engenheiro da CPA, Oswaldo Fantini, o intercâmbio de informações entre os técnicos da SMPED e os profissionais em acessibilidade nas subprefeituras servirá para desmistificar esse assunto e agilizar a resolução de problemas. 

“Esses profissionais estarão melhor preparados para realizarem e acompanharem desde pequenas reformas e manutenções até novas obras”, afirmo

Fonte: Rede Saci