28 de nov de 2014

VEJA COMO SERIA SE AS DOENÇAS NORMAIS FOSSEM TRATADAS COMO A DEPRESSÃO PELAS PESSOAS


Evento em SP buscará soluções para problemas enfrentados por pessoas com deficiência

Foto das informações do evento


Entre os dias 28 e 30 de novembro, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo (SP) realizará o TOM São Paulo, com o objetivo de trazer abordagens positivas e inovadoras para questões relacionadas à deficiência. 


A iniciativa, fechada para convidados, reunirá cerca de 80 profissionais de diferentes áreas de atuação, como engenheiros, médicos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, designers, profissionais de TI e arquitetos, além de pessoas com deficiência que trabalharão buscando soluções para minimizar os desafios enfrentados no dia a dia.


Ao longo do evento, os convidados somarão esforços e expertises para elaborar projetos e protótipos que aperfeiçoem técnicas já existentes ou que criem soluções viáveis e replicáveis para atender as necessidades de pessoas com deficiência. 


Para isso, os participantes serão divididos em equipes multidisciplinares que deverão desenvolver soluções para seis desafios, que já foram selecionados e apresentados aos convidados.


A seleção foi realizada com base em um levantamento feito com entidades, pessoas com deficiência, profissionais e especialistas. 


Dessa forma, durante a maratona tecnológica as equipes multidisciplinares trabalharão para encontrar soluções alinhadas às situações apresentadas. Os projetos deverão ser construídos durante os três dias de evento.


Os desafios apresentados foram: calha para bocha adaptada com desenho e material para alta performance; controle para cadeira de rodas motorizada que otimize a usabilidade e integração entre softwares de reconhecimento de voz e de controle de ambientes; aplicativo com Google Maps para consulta sobre acessibilidade e dispositivo que permita pessoa com limitação motora e intelectual tirar fotos e gravar vídeos com autonomia; solução que permita a execução de notas com instrumentos musicais ou aparelhos eletrônicos + brinquedos e tapetes sensoriais para crianças com deficiência visual; display braile de baixo custo, com redução do número de células e interface com sistema touch; acessibilidade em computadores, videogames e outros eletrônicos com interfaces inovadoras.


As soluções serão desenvolvidas em parceira com diferentes instituições como Fundação Vanzolini, Associação Desportiva para Deficientes (ADD), Cavenaghi, a Rede Lucy Montoro, Fundação Educacional Fernandópolis, Mobgraphia, Freedom,  Inovalab,  Laramara,  Mais Diferenças, Senai,  Instituto de Pesquisa Tecnológica, Certi, OttoBock, CTI e os departamentos de Engenharia e Mecatrônica da Poli – USP (Universidade de São Paulo).


O TOM Brasil foi inspirado no projeto TOM Israel  - evento realizado na cidade de Nazaré que, pela primeira vez, acontecerá fora do seu país de origem – e será realizado em São Paulo (SP), nas dependências do Departamento de Engenharia de Produção da Poli -USP.


As conquistas do TOM São Paulo poderão ser acompanhadas pela página do evento no Facebook.


Fonte: GIFE


Acessibilidade e educação especial a alunos com deficiência são temas de Colóquio na UFSCar, em SP

Foto do campus da UFSCAR


A Comissão Pró-Acessibilidade do Campus Sorocaba da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) realiza no dia 3 de dezembro o "IV Colóquio sobre trabalho pedagógico na Educação Especial: aluno com deficiência no Ensino Superior".


A data foi escolhida por ser o Dia Internacional das Pessoas com deficiência, proclamado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1998. 


O objetivo da data é provocar a reflexão sobre as questões relacionadas aos diversos tipos de deficiência, buscar a inclusão e assegurar os direitos de deficientes na sociedade.



A programação da atividade terá início às 8 horas, com a inscrição e credenciamento dos participantes. Às 9 horas, Heulália Charalo Ranfante coordena o tema "Núcleos de Acessibilidade em outras instituições de Ensino Superior". Mais tarde, das 14 às 17 horas, Kátia Regina Moreno Caiado abordará as "Pesquisas sobre Acessibilidade no Campus" e, a partir das 19 horas, Teresa Cristina Leança Soares Alves trará "Relatos de alunos com deficiência que vivenciam/vivenciaram o Ensino Superior". 


As três palestrantes são docentes do Departamento de Ciências Humanas e Educação (DCHE) da UFSCar, que presta apoio ao evento junto com as pró-reitorias de Assuntos Comunitários e Estudantis (ProACE) e de Extensão (ProEx).



O Colóquio acontece no Auditório do edifício ATLab e a entrada é aberta a todos os interessados. O Campus Sorocaba da UFSCar fica no km 110 da rodovia João Leme dos Santos (SP-264), estrada que liga Sorocaba à Salto de Pirapora.


Fonte: Vida Mais Livre 


Câmara aprova exigência de carteira adequada para aluno canhoto ou com deficiência

Foto de carteiras em uma sala de aula
A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei do Senado que obriga todas as escolas de educação básica e as instituições de ensino superior a adotar mobiliário adequado à idade dos alunos e à sua condição de destros, canhotos ou pessoas com deficiência.


O relator, deputado Amauri Teixeira (PT-BA), defendeu a aprovação da proposta, que acrescenta dispositivo à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/96). 


O parlamentar destacou que, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), há uma relação de 1 canhoto para cada 12 destros. E, de acordo com o Censo 2010, do IBGE, mais de 45 milhões de brasileiros têm alguma deficiência.


— É preciso que o poder público, em todos os níveis, mais especificamente na escola, se planeje. Podemos ter um mobiliário com essas proporções previamente comprado.


O projeto de lei, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado pelas comissões de Educação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara.


Fonte: R7


Google cria colher para ajudar pacientes com Parkinson a comer

Foto de uma mão segurando uma colher


Uma startup de São Francisco (Estados Unidos) chamada Lift Labs, adquirida recentemente pelo Google, criou a Liftware Spoon, uma colher com um adaptador que permite pessoas com doenças que causam tremor, como a doença de Parkinson, a comer normalmente, sem derramar a comida.


O produto possui no cabo um sensor que identifica o tremor e aciona na sequência um sistema estabilizador que mantém a comida no lugar quando a mão da pessoa está tremendo. 


A importância do feito conquistado pela startup fica clara quando se assiste ao vídeo de apresentação do produto, bastante emocionante.


A startup agora integra o Google X, uma divisão secreta do Google dedicada a avanços tecnológicos de ponta.


O Google afirma que o dispositivo reduz em 76% a queda de alimentos e que a tecnologia pode ser adaptada para outros utensílios usados por pessoas com doenças que causam tremores no dia a dia.  O produto já está à venda no site da startup Lift Lab por US$ 295.


O interesse do Google na área é relacionado não só ao investimento cada vez maior da empresa em soluções na área da saúde. A mãe do cofundador Sergey Brin foi diagnosticada com a doença de Parkinson em 2009.


Veja o vídeo abaixo que mostra o funcionamento da colher:

 





 Fonte: Estadão

27 de nov de 2014

Delegacia para pessoa com deficiência é criada e registro de casos aumenta em SP



A primeira delegacia para pessoas com deficiência do Brasil registrou em três meses mais da metade de queixas registradas em três anos. A procura está maior não é porque o número de ocorrências aumentou, é porque o atendimento melhorou.


Os Boletins de Ocorrência agora têm um campo específico para registrar quando a pessoa tem um tipo de deficiência. E a delegacia especializada nesse atendimento passou a ter profissionais como interpretes de linguagens de sinais e de braile, psicólogo e assistente social.


Alexandre da Silva prestou informações sobre um carro que ele comprou. Alexandre é surdo, mas não teve problemas para ser entendido. 


Ele foi à primeira Delegacia de Polícia da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que fica na capital do estado. A delegacia foi criada em junho, para combater a violência contra pessoas que, muitas vezes, tem pouca chance de se defender.


Casos como o de Dona Eulália. Ela mora em Anápolis, Goiás, a segunda cidade do país a ter uma delegacia especializada. Depois de um derrame, Dona Eulália ficou com parte do corpo paralisado. Em vez de cuidados, foi agredida e roubada pela própria família.


“Nós já constatamos que a aposentadoria dela tem sido recebida pela mãe e pelas filhas. São três filhas, todas as quatro serão indiciadas pelos crimes de maus tratos e pela apropriação desses proventos”, explica Manoel Vanderic, delegado.


A partir da inauguração da delegacia especializada de São Paulo, os Boletins de Ocorrência do estado passaram a ter um campo para informar se a vítima tem deficiência.


Em três meses, foram registradas 4.452 queixas de agressões contra pessoas com deficiências, metade dos oito mil casos registrados nos três anos anteriores.


Não aconteceu durante esses três meses um aumento exagerado dos casos de violência contra pessoas com deficiência. O que houve foi uma mudança de método, que permitiu à polícia enxergar com mais precisão o tamanho desse problema. E, mais preparados, os policiais podem realizar melhor o seu trabalho.


A delegacia tem intérpretes de Libras, a linguagem de sinais, e de Braile, para atender pessoas cegas. 


Tem um psicólogo, um assistente social, um psicopedagogo e todos os policiais fizeram um curso sobre os tipos de deficiência e os tipos de violência contra esse grupo.


O trabalho da delegacia e as informações mais precisas sobre os casos de violência vão ajudar a melhorar a política de proteção às pessoas com deficiência.


“Primeiro nós vamos entender o fato, contextualizar porque ele acontece, entender esse personagem se ele precisa, em função da vulnerabilidade, ser retirado deste meio, ou se nós podemos tratar essa família, uma família disfuncional que precisa de apoios. 


Mas nós temos que reconhecer quem são, quantos são e quais as origens desta violência”, afirma Linamara Rizzo Battistella, secretaria estadual de Direitos das Pessoas com Deficiência.


Mais de 46% dos casos atendidos pela delegacia de São Paulo envolve vítimas com deficiência física.


Fonte: G1


Homem mantém seu cão que perdeu a visão e agora os dois compartilham cão-guia

Foto de Graham e seus dois cachorros


Depois de 6 anos de companheirismo, Graham Waspe recebe a notícia mais improvável e devastadora: seu cão-guia, Edward, de 8 anos de idade, fica cego depois de desenvolver catarata. A doença, que se tornou inoperável, fez com que Edward tivesse que remover os dois olhos.


O que poderia ser apenas uma trágica história, se tornou uma lição de vida com um final alegre para os dois: sua substituta, Opal, ajudaria os dois, Waspe e Edward, a se locomoverem nessa nova jornada.


Com dois anos de idade, Opal se mostrou a peça que faltava na vida de Waspe e Edward. Graham disse: "Opal tem sido ótima para nós dois. Eu não sei o que faria sem ela".


Edward é muito famoso na cidade, é bem conhecido nas escolas e grupos comunitários , adora crianças e brincar, e mesmo depois de ter perdido a visão, ficou ainda mais popular e não perdeu a alegria de brincar e ficar rodeado por crianças.

Graham e seus dois cães-guias passeando

Fonte: Catraca Livre
 
 

26 de nov de 2014

Catavento Cultural integra a programação da Virada Inclusiva

 


O Catavento Cultural e Educacional, museu de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, participa da Virada Inclusiva, promovendo visitas guias para pessoas com deficiência física, visual ou intelectual, nos dias 6 e 7 de dezembro (sábado e domingo). A entrada custa R$ 6, mas vale lembrar que aos sábados é Catraca Livre.



Programação tem entrada Catraca Livre


O evento é idealizado e coordenado pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, para marcar o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrado em 3 de dezembro.


A programação do Catavento seguirá a abordagem já praticada pelo museu em seu roteiro Catavento Acessível, disponível para grupos agendados. 


Durante a Virada Inclusiva, os visitantes com deficiências poderão participar das visitas sem necessidade de agendamento. 


O conteúdo a ser abordado é adaptado às necessidades desses visitantes, sempre com ênfase na associação do teor científico das instalações do Catavento com o dia a dia do visitante, de forma lúdica e pautada por exemplos práticos, explorando o lado sensorial para estimular a interatividade do grupo com as atividades propostas.


“A ideia é que as pessoas com deficiência recebam atenção de acordo com as circunstâncias, para que possam fazer parte do todo. Queremos inseri-las no contexto do Catavento e possibilitar que elas usufruam de todas as possibilidades que o espaço oferece”, esclarece Aline Campana, gerente de visitação do Catavento.


As visitas guiadas da Virada Inclusiva ocorrerão no andar térreo do Catavento. A capacidade de atendimento para cada sessão é de 20 pessoas.

Virada Inclusiva



Quando: 06 e 07/12

Quanto: Entrada gratuita.

Onde Catavento Cultural 

Horário: das 10:30 às 14:30

Endereço: Praça Cívica Ulisses Guimarães, s/nº - Palácio das Indústrias Brás - Centro - São PauloVer no mapa

Telefone: (11)3315-0051

Informações: http://www.cataventocultural.org.br

Samsung revela mouse para deficientes que funciona rastreando seus olhos

 


A Samsung revelou recentemente a segunda geração de seu mouse que funciona por meio do rastreamento de olhos, o EyeCan+. 


Colocado logo abaixo do monitor, o acessório pode ser calibrado para funcionar melhor com cada pessoa e torna mais fácil que pessoas com deficiências possam escrever e editar documentos ou até mesmo navegar pela internet simplesmente por meio do movimento de seu olhar e de piscadas.


Os usuários devem estar posicionados a uma distância entre 60 e 70 cm da tela para que o EyeCan+ possa ser utilizado. 


Não há requerimentos quanto à posição do corpo de quem estiver usando o aparelho, de forma que ele funciona mesmo para quem estiver sentado ou deitado. 


Além disso, a calibragem do acessório só é necessária para quem for utilizar o aparelho pela primeira vez, já que ele se lembra dos padrões dos olhos de cada um.


Será possível regular a sensibilidade do produto tanto na hora da calibração quanto durante seu uso. A interface de usuário aparecerá como um menu popup com dois modos distintos, retangular ou redondo – ambos com 18 comandos que podem ser acionados por meio de movimentos dos olhos e piscadas. 

Além de incluir ações padronizadas como “copiar”, “colar”, “selecionar tudo” e “zoom”, entre outros, também será possível criar seus próprios atalhos.










Comparado com seu antecessor de 2012, o EyeCan+ teve sua sensibilidade de calibração e experiência de usuário significativamente melhoradas. 


Isso foi possível para o projeto graças ao envolvimento de Hyung-Jin Shin, um estudante da Universidade de Yonsei, em Seul. Nascido tetraplégico, ele ajudou os funcionários da Samsung a garantir que as funções e comandos do produto são práticas e têm fácil acesso.


O jovem trabalhou nos movimentos do mouse durante 17 meses junto aos engenheiros da fabricante coreana, além de ter colaborado na primeira versão do acessório. Segundo SiJeong Cho, vice-presidente de relações com a comunidade, o EyeCan+ é resultado de um projeto voluntário, iniciado espontaneamente pelos engenheiros da empresa.


Samsung revela mouse para deficientes que funciona rastreando seus olhosEmbora a Samsung não tenha a intenção de comercializar o produto, a companhia deve produzir uma quantidade limitada para fazer doações a instituições de caridade. 


Tanto a tecnologia quanto o design da novidade logo terão seus códigos abertos, tornando-se acessíveis a companhias e organizações que desejem comercializar o mouse ocular.


Fonte: Tec Mundo


Fisioterapeuta inova na criação de etiqueta braile com melhor custo benefício

 etiquetas de roupas em braille


A fisioterapeuta e idealizadora da primeira loja virtual de moda para pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida, a “Lado B Moda Inclusiva”, Dariene Rodrigues, divulgou durante o “Circuito Estadual de Palestras do 2° Prêmio Catarinense de Moda Inclusiva”, as etiquetas braile.
 

A "Etiqueta Braile Lado B" foi desenvolvida para as peças de roupas da marca, na promoção da inclusão social como parte integrante da moda, principalmente voltada para as pessoas com deficiência visual. 


Durante 6 meses foram realizadas pesquisas relacionadas as norma técnicas do alfabeto braile, a existência de etiquetas no mercado nacional e internacional, a melhor técnica a ser empregada, os melhores produtos a serem utilizados, assim como, a funcionalidade e a viabilidade do produto.


“Outra preocupação importante dentro da pesquisa foi conseguir o relevo para melhor percepção tátil das etiquetas, levando em consideração o baixo custo da "impressão" nas peças. 


Isso seria importante para aplicação nas peças da própria marca, além de conseguirmos oferecer para outras empresas do ramo de confecção e até mesmo para o consumidor final”, diz Dariene Rodrigues.


Para os consumidores com deficiência visual e que tem o conhecimento do alfabeto braile, a Etiqueta Braile Lado B tem o objetivo de fornecer a indicação do Tamanho e Cor das peças, já que o braile ocupa mais espaço do que o alfabeto tradicional.
 
Benefícios:  

  • Facilitar a identificação dos produtos na hora da compra, nas lojas de vestuário.
  • Facilitar a organização das peças dentro dos armários e na hora da escolha de se vestir. 
  • Promover maior independência para os usuários.
  • Promover a melhora da autoestima.


Empresas interessadas em adquirirem a etiqueta braile deverão entrar em contato através do email: contato@ladobmodainclusiva.com.br ou pelo telefone 15-3012-8681


Fonte: Lado B Moda Inclusiva

Paralimpíadas Escolares 2014


 

A abertura oficial das Paralimpíadas Escolares 2014 aconteceu ontem a noite no Palácio de Convenções do Anhembi. 

Cerca de 600 estudantes atletas de 25 estados brasileiros, além do Distrito Federal e do Reino Unido disputarão medalhas em sete modalidades diferentes.


Fonte: SEDPcD-SP

25 de nov de 2014

Brasil vence a Argentina e é tetracampeão mundial no futebol de cegos

Foto de um jogador do Brasil e um da Argentina em campo


A Seleção Brasileira de Futebol de Cegos (futebol de 5) conquistou na manhã da última segunda-feira o seu quarto título mundial


Em Tóquio, no Japão, o time jogou a final da competição contra a arquirrival Argentina e venceu por 1 a 0, com gol de Jefinho no início do segundo tempo da prorrogação.


No tempo normal, a partida havia sido encerrada sem gols. Pouco antes, na decisão do terceiro lugar, a Espanha derrotou a China nos pênaltis, por 2 a 0, depois de também empatarem por 0 a 0 no tempo normal.


Com a vitória, o Brasil manteve a invencibilidade que já dura desde 2007. Há sete anos, jogadores brasileiros não sabem o que é perder uma competição da modalidade. 


Tricampeã paralímpica (Atenas-2004, Pequim-2008 e Londres-2012) e, agora, tetracampeã mundial, a equipe conseguiu cumprir o segundo objetivo rumo aos Jogos do Rio-2016.


No ano passado, consagrou-se pentacampeã da Copa América. Neste ano, veio o tetracampeonato mundial. Em 2015, a meta é conquistar, pela terceira vez, o título dos Jogos Parapan-Americanos. O Brasil foi ouro no Pan do Rio, em 2007, e em Guadalajara-2011.


Além do Brasil, apenas a Argentina carregou a taça de campeã em um Mundial. Os hermanos ficaram com o título nas edições de 2002 e de 2006, realizadas, respectivamente, no Rio de Janeiro e em Buenos Aires. 


Já os brasileiros venceram nos Mundiais de Campinas-1998, Jerez-2000, Hereford-2010 e Tóquio-2014 - as duas equipes se enfrentaram em três destas decisões, além do encontro de hoje: 1998, 2000 e 2006.


O Mundial em Tóquio começou no dia 16 e reuniu 12 seleções (Japão, França, Paraguai, Marrocos, Brasil, Turquia, China, Colômbia, Argentina, Espanha, Coreia do Sul e Alemanha).


Pela primeira vez, a competição organizada pela Federação Internacional de Esportes para Deficientes Visuais (IBSA, na sigla em inglês) foi realizada em um país asiático. A sétima e próxima edição do torneio será em 2018, ainda sem sede definida.


Fonte: ESPN


Halterofilista catarinense tenta vaga nas Paraolimpíadas de 2016

Foto de Ezequiel com o peso na academia


O sonho do catarinense Ezequiel de Souza Corrêa é ser atleta de halterofilismo (levantamento de peso). Ele tem 26 anos, mora em Capivari de Baixo, no Sul do estado, e tenta uma vaga na seleção brasileira para as Paraolimpíadas de 2016. Com deficiência na perna e nos pés, ele descobriu na academia o talento para o esporte.


Desde pequeno, o catarinense teve dificuldades relacionadas à deficiência fibular


"Não tenho calcanhar, não tenho dois dedos em cada pé. Não tenho a fíbula, o meu joelho não é formado inteiro. Com um ano fiz cirurgia, com uma ano e meio fiz outra cirurgia e com 6 anos fiz outra. Dos 9 aos 13 fiquei com a 'galhada' [aparelho ortopédico] na perna, cirurgia, andei de cadeira de roda bastante tempo, andei de muleta bastante tempo", descreve.
 

Descoberta


Na academia, Ezequiel e o treinador descobriram o talento do atleta para o halterofilismo. Há 10 anos ele começou a treinar para fortalecer a musculatura e diminuir as dores no corpo. Agora se prepara para competições, que podem garantir uma vaga na equipe paraolímpica brasileira.


"Quando ele teve início no treino, o objetivo principal era a questão de saúde, para evitar um sobrepeso, fortalecer a articulação, principalmente região de quadril, joelho, tornozelo. Com o passar do tempo, a gente viu que ele tinha talento, muita força muscular e foi se apaixonando pela atividade. Então a gente vê a data das competições. Em cima disso, a gente treina, prepara para a competição", explica o treinador, Rafael Gonçalves Alves.


Ezequiel descreve a rotina. "Acordo às 11h, vou lá, faço a minha proteína. Fico vendo televisão, chega 16h faço meu shake de novo, que é outro tipo de proteína. Venho para a academia, fico entre 30 e 45 minutos aqui".
 

Conquistas


Conhecido como Zico, Ezequiel já conquistou três troféus estaduais nas categorias levantamento de peso e halterofilismo. Além disso, foi pré-selecionado para a seleção brasileira. Em 2015, vai participar de seletivas em busca de uma vaga para representar o país nas Paraolimpíadas de 2016.


"Humilde, guerreiro, batalhador. Apesar das dificuldades, quem conhece o Ezequiel nunca o vê com o rosto fechado, triste", elogia o treinador. "Se o cara não trabalhar bem a cabeça, não trabalhar o coração, se o cara se deixar levar pela deficiência, fica ruim. Entra em uma 'deprê', não sai mais de casa", diz Ezequiel.


Fonte: G1


Senai de Pederneiras, SP, abre cursos para pessoas com deficiência

Foto de uma sala de aula
O Senai de Pederneiras (SP) está com cadastro aberto para pessoas com deficiência que estão interessadas em iniciar cursos profissionalizantes já no início de 2015.


Os interessados devem procurar a unidade do Senai e apresentar nome e endereço completo, telefone e tipo de deficiência.


A unidade possui parceria com diversas empresas do município e, geralmente, após o curso profissionalizante, os alunos são encaminhados para as empresas com a possibilidade de emprego e carreira no mercado de trabalho.


Os interessados em fazer os cursos profissionalizantes gratuitos devem entrar em contato como Senai, localizado na Avenida Bernardino Flora Furlan, 1920, próximo ao Parque Ecológico. As aulas devem ser iniciadas em 2015. Informações (14) 3284-4391.


Fonte: G1


Participe do “Seminário Estadual - Enfrentamento da Violência Contra Pessoas com Deficiência”!

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 A SEDPcD-SP convida a todos para participarem do “Seminário Estadual - Enfrentamento da Violência Contra Pessoas com Deficiência”! 


O Seminário tem como objetivo trazer iniciativas que fortaleçam a rede de proteção, e criar alternativas para que a pessoa com deficiência tenha mais autonomia. 


O evento ocorre nos dias 27 e 28/11 aqui na sede da SEDPcD-SP

 
 Não perca!!! 


Inscreva-se e confira a programação completa:



Dica de Relacionamento: Como lidar com as pessoas com deficiência


Apresentamos a seguir algumas orientações que as pessoas podem seguir nos seus contatos com as pessoas com deficiência. 


Não são regras, mas esclarecimentos resultantes da experiência de diferentes pessoas que atuam na área e que apontam para as especificidades dos diferentes tipos de deficiências.


Como chamar


  • Prefira usar o termo hoje mundialmente aceito: “pessoa com deficiência (física, auditiva, visual ou intelectual)”, em vez de “portador de deficiência”, “pessoa com necessidades especiais” ou “portador de necessidades especiais”;
  • Os termos ”cego” e “surdo” podem ser utilizados;
  • Jamais utilizar termos pejorativos ou depreciativos como “deficiente”, “aleijado”, “inválido”, “mongol”, “excepcional”, “retardado”, “incapaz”, “defeituoso” etc.

 

Pessoas com deficiência física

  • É importante perceber que para uma pessoa sentada é incômodo ficar olhando para cima por muito tempo. Portanto, ao conversar por mais tempo que alguns minutos com uma pessoa que usa cadeira de rodas, se for possível, lembre-se de sentar, para que você e ela fiquem com os olhos no mesmo nível.
  • A cadeira de rodas (assim como as bengalas e muletas) é parte do espaço corporal da pessoa, quase uma extensão do seu corpo. Apoiar-se na cadeira de rodas é tão desagradável como fazê-lo numa cadeira comum onde uma pessoa está sentada.
  • Ao empurrar uma pessoa em cadeira de rodas, faça-o com cuidado. Preste atenção para não bater naqueles que caminham à frente. Se parar para conversar com alguém, lembre-se de virar a cadeira de frente para que a pessoa também possa participar da conversa.
  • Mantenha as muletas ou bengalas sempre próximas à pessoa com deficiência.
  • Se achar que ela está em dificuldades, ofereça ajuda e, caso seja aceita, pergunte como deve proceder. As pessoas têm suas técnicas individuais para subir escadas, por exemplo, e, às vezes, uma tentativa de ajuda inadequada pode até atrapalhar. Outras vezes, o auxílio é essencial. Pergunte e saberá como agir e não se ofenda se a ajuda for recusada.
  • Se você presenciar um tombo de uma pessoa com deficiência, ofereça-se imediatamente para auxiliá-la. Mas nunca aja sem antes perguntar se e como deve ajudá-la.
  • Esteja atento para a existência de barreiras arquitetônicas quando for escolher uma casa, restaurante, teatro ou qualquer outro local que queira visitar com uma pessoa com deficiência física.
  • Não se acanhe em usar termos como “andar” e “correr”. As pessoas com deficiência física empregam naturalmente essas mesmas palavras.

 

Pessoas com deficiência visual

  • É bom saber que nem sempre as pessoas com deficiência visual precisam de ajuda. Se encontrar alguém que pareça estar em dificuldades, identifique-se, faça-a perceber que você está falando com ela e ofereça seu auxílio.
  • Nunca ajude sem perguntar como fazê-lo. Caso sua ajuda como guia seja aceita, coloque a mão da pessoa no seu cotovelo dobrado. Ela irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você vai andando. Num corredor estreito, por onde só é possível passar uma pessoa, coloque o seu braço para trás, de modo que a pessoa cega possa continuar seguindo você.
  • É sempre bom avisar, antecipadamente, sobre a existência de degraus, pisos escorregadios, buracos e outros obstáculos durante o trajeto.
  • Ao explicar direções, seja o mais claro e específico possível; de preferência, indique as distâncias em metros (“uns vinte metros à nossa frente”, por exemplo). Quando for afastar-se, avise sempre.
  • Algumas pessoas, sem perceber, falam em tom de voz mais alto quando conversam com pessoas cegas. A menos que ela tenha, também, uma deficiência auditiva que justifique isso, não faz nenhum sentido gritar. Fale em tom de voz normal.
  • Não se deve brincar com um cão-guia, pois ele tem a responsabilidade de guiar o dono que não enxerga e não deve ser distraído dessa função.
  • As pessoas cegas ou com visão subnormal são como você, só que não enxergam. Trate-as com o mesmo respeito e consideração dispensados às demais pessoas. No convívio social ou profissional, não as exclua das atividades normais. Deixe que elas decidam como podem ou querem participar.
  • Fique à vontade para usar palavras como “veja” e “olhe”, pois as pessoas com deficiência visual as empregam com naturalidade.

 

Pessoas com paralisia cerebral

  • A paralisia cerebral é fruto da lesão cerebral, ocasionada antes, durante ou após o nascimento, causando desordem sobre os controles dos músculos do corpo. A pessoa com paralisia cerebral não é uma criança, nem é portador de doença grave ou contagiosa.
  • Trate a pessoa com paralisia cerebral com a mesma consideração e respeito que você usa com as demais pessoas.
  • Quando encontrar uma pessoa com paralisia cerebral, lembre-se que ela tem necessidades específicas, por causa de suas diferenças individuais, e pode ter dificuldades para andar, fazer movimentos involuntários com pernas e braços e apresentar expressões estranhas no rosto.
  • Não se intimide, trate-a com naturalidade e respeite o seu ritmo, porque em geral essas pessoas são mais lentas. Tenha paciência ao ouvi-la, pois a maioria tem dificuldade na fala. Há pessoas que confundem esta dificuldade e o ritmo lento com deficiência intelectual.

Pessoas com deficiência auditiva



  • Não é correto dizer que alguém é surdo-mudo. Muitas pessoas surdas não falam porque não aprenderam a falar. Algumas fazem a leitura labial, outras não.
  • Ao falar com uma pessoa surda, acene para ela ou toque levemente em seu braço, para que ela volte sua atenção para você. Posicione-se de frente para ela, deixando a boca visível de forma a possibilitar a leitura labial. Evite fazer gestos bruscos ou segurar objetos em frente à boca. Fale de maneira clara, pronunciando bem as palavras, mas sem exagero. Use a sua velocidade normal, a não ser que lhe peçam para falar mais devagar.
  • Ao falar com uma pessoa surda, procure não ficar contra a luz, e sim num lugar iluminado.
  • Seja expressivo, pois as pessoas surdas não podem ouvir mudanças sutis de tom de voz que indicam sentimentos de alegria, tristeza, sarcasmo ou seriedade, e as expressões faciais, os gestos e o movimento do seu corpo são excelentes indicações do que você quer dizer.
  • Enquanto estiver conversando, mantenha sempre contato visual. Se você desviar o olhar, a pessoa surda pode achar que a conversa terminou.
  • Nem sempre a pessoa surda tem uma boa dicção. Se tiver dificuldade para compreender o que ela está dizendo, não se acanhe em pedir para que repita. Geralmente, elas não se incomodam em repetir quantas vezes for preciso para que sejam entendidas. Se for necessário, comunique-se por meio de bilhetes. O importante é se comunicar.
  • Mesmo que pessoa surda esteja acompanhada de um intérprete, dirija-se a ela, e não ao intérprete.
  • Algumas pessoas surdas preferem a comunicação escrita, outras usam língua de sinais e outras ainda preferem códigos próprios. Estes métodos podem ser lentos, requerem paciência e concentração. Você pode tentar se comunicar usando perguntas cujas respostas sejam sim ou não. Se possível, ajude a pessoa surda a encontrar a palavra certa, de forma que ela não precise de tanto esforço para transmitir sua mensagem. Não fique ansioso, pois isso pode atrapalhar sua conversa.

 

Pessoas com deficiência intelectual

  • Você deve agir naturalmente ao dirigir-se a uma pessoa com deficiência intelectual.
  • Trate-a com respeito e consideração. Se for uma criança, trate-a como criança. Se for adolescente, trate-a como adolescente, e se for uma pessoa adulta, trate-a como tal.
  • Não a ignore. Cumprimente e despeça-se dela normalmente, como faria com qualquer pessoa.
  • Dê-lhe atenção, converse e verá como pode ser divertido. Seja natural, diga palavras amistosas.
  • Não superproteja a pessoa com deficiência intelectual. Deixe que ela faça ou tente fazer sozinha tudo o que puder. Ajude apenas quando for realmente necessário.
  • Não subestime sua inteligência. As pessoas com deficiência intelectual levam mais tempo para aprender, mas podem adquirir muitas habilidades intelectuais e sociais.


Fonte:  Câmara dos Deputados