31 de dez de 2013

Teatro ensina crianças a respeitarem portadores de deficiências em Bauru



Um projeto desenvolvido com teatro de bonecos tem levado às crianças de Bauru (SP) uma mensagem muito especial sobre os portadores de deficiência e o resultado é tão positivo que no ano que vem, a iniciativa vai receber o apoio do Criança Esperança, projeto da Rede Globo em parceria com a Unesco.


Desde 1987, a entidade Sorri procura ensinar as crianças sobre atitudes de inclusão. No teatro, os bonecos são especiais e apresentam algum tipo de deficiência, seja física, mental ou psicológica.


Marcos, por exemplo, representa uma criança com paralisia cerebral, mas há tembém personagens com outros deficiências.


"Nós aprendemos que temos que ajudar as pessoas cegas. A gente coloca a mão no ombro delas e ajuda a atravessar a rua", diz Wiliam Cristiano Barbosa de Almeida, de 6 anos.


Com o teatro, a criança percebe que o mundo do deficiente pode parecer distante, mas, na verdade, está muito próximo. 


"O projeto é muito interessante porque as crianças aprendem desde cedo o que é um deficiente e não tem mais um choque e sim, quando encontra na rua, fica encantado e passa a encarar com naturalidade. Além disso, eles podem levar todo o conhecimento para a família", comenta a diretora Tânia de Souza Simonetti.


A história ajuda outras crianças a entenderem como que é a rotina de alguém com algum tipo de deficiência e como agir diante disso. 


"Com o teatro, as crianças ficam encantadas com a forma de como os deficientes lidam com a bengala, com a cadeira de rodas, etc. Na segunda etapa, elas passam a vivenciar toda a experiência.


Desta forma, elas passar a lidar com muito mais naturalidade e até ficam curiosas de como deve ser o mundo dos portadores de deficiência", explica a diretora de reabilitação da Sorri, Cláudia Betin.


De uma forma divertida e interativa essas crianças aprendem um pouquinho o que é ter deficiência. Isso ajuda a quebrar preconceitos, promove a inclusão social.  O projeto tem dado um resultado tão positivo que, a partir de 2014, terá o apoio do Criança Esperança. 


Escolas e creches públicas de pelo menos dezoito municípios da região de Bauru deverão beneficiadas com a iniciativa.


"Quando soubemos da entrada do projeto no Criança Esperança foi como uma injeção de ânimo pois passamos a ter mais credibilidade e visibilidade do trabalho. Além disso, também iremos conseguir chegar em outros lugares, o que quebra ainda mais o preconceito", ressalta Cláudia.


A Sorri está localizada na Avenida Nações Unidas, 53-40, e mais informações sobre o projeto podem ser obtidas pelo telefone (14) 4009-1000.


Fonte:G1

Estudantes de Mogi criam bengala com sensor para pessoas com deficiência visual



Um grupo de estudantes de engenharia de automação de Mogi das Cruzes criou uma bengala com sensores para ajudar deficientes visuais a se locomoverem com mais segurança pelas ruas da cidade. 


Ao contrário das comuns, esta permite detectar obstáculos que passariam despercebidos. 


"No corredor, ou em uma rua, ele consegue sentir os orelhões ou obstáculos que estão acima dele, para evitar bater a cabeça", explica um dos integrantes do grupo, Leandro Gomes Santos.


A ideia surgiu durante uma reunião dos jovens, que queriam criar algo inovador, mas que ajudasse alguém. O desenvolvimento começou há cinco meses. 


"A gente pensou na bengala comum, em que o deficiente é obrigado a tocar os objetos. Então a gente pensou que poderia criar uma com sensor que não há a necessidade de tocar no objeto. Ele só vai aproximar e vai emitir um ruído sonoro ou vibração", explica o estudante Eduardo Gomes Silva. 


Durante o desenvolvimento, o grupo percebeu que os barulhos da cidade poderiam atrapalhar o deficiente de ouvir o som, por isso eles optaram pelo motor de vibração. Quanto mais o obstáculo se aproxima, mais intensa fica a vibração.


Deficiente visual há 25 anos, o aposentado Marco Antônio Souza usa a bengala há oito anos e conhece bem as dificuldades, como os orelhões por exemplo. 


"Tem a parte que segura o orelhão, um pequeno poste. Aí vai se abrindo e faz aquela 'copa' em cima. A bengala, quando chega no poste embaixo, a gente já bateu no orelhão", diz.


Souza já viu um equipamento parecido em uma feira de tecnologia, mas o custo era de R$ 6 mil. Ele testou o protótipo desenvolvido pelo grupo. 


 "Ela vibra lentamente para dar a entender que está funcionando. Quando estou me aproximando de um obstáculo, ela vibra mais forte. Aí vou saber que tem obstáculo e vou desviar", diz o aposentado.


Os estudantes gastaram R$ 1 mil no equipamento, que incluiu uma bengala para deficiente visual, sensor e a bateria recarregável. Além de conseguir produzir com baixo custo, ainda há outros desafios.


 "A gente tem a parte de acessibilidade ainda para desenvolver. Ele vai ter que carregar a bengala, ligar a bengala, calibrar, ajustar a distância que vai começar a vibrar", detalha Eduardo.


O professor Marco Antonio Migliano, que orienta os alunos no projeto, incentiva os alunos para que eles continuem trabalhando no aperfeiçoamento do equipamento. “É assim que se começa algo, com pequenas ideias”, diz.


“Nossa intenção é aprofundar as pesquisas em novas tecnologias para o projeto. A engenharia deve vir para auxiliar o ser humano”, destaca o estudante Clayton Roberto Prismic.
 
Fonte: G1


28 de dez de 2013

Sem duas pernas e parte do braço, soldado dos EUA se recupera e ganha bolsa

 Soldado americano conta como superou amputação | Crédito: BBC
Iniciada há 12 anos, a Guerra do Afeganistão já deixou mais de 20 mil militares americanos feridos. 


Alguns deles sobreviveram a graves ferimentos de combate, como o capitão Larkin O’Hern.


Quando servia na província de Candahar (sul do Afeganistão), dois anos atrás, uma bomba caseira explodiu perto dele.


Após uma longa reabilitação, que o fez passar por todo tido de provação, O’Hern está reconstruindo pouco a pouco sua vida com a ajuda de sua esposa, Rachel.


O objetivo agora é ser o mais independente possível. Recentemente, ele ganhou uma bolsa de estudos no Congresso americano e se prepara para trabalhar no local como um dos representantes das Forças Armadas.

 


Fonte: BBC BRASIL


27 de dez de 2013

Excesso de vitaminas pode gerar risco para a saúde



 

Milhões de pessoas no mundo todo tomam suplementos de vitaminas. Mas, segundo o médico britânico Chris van Tulleken, muitas vezes esta prática é um desperdício de dinheiro e pode colocar a saúde em risco.


Em novembro de 1912 três homens e 16 cães saíram de uma base remota na Antártica para explorar uma área que cobria centenas de quilômetros. Três meses depois, apenas um dos homens voltou.
A pele de Douglas Mawson estava descascando, o cabelo caindo, ele tinha perdido quase metade de seu peso corporal.


Depois de um mês do início da viagem, um membro da equipe caiu em uma fenda, levando junto uma barraca, a maior parte dos suprimentos e seis cães. 


Nunca mais foram vistos. Mawson e o outro explorador, Xavier Mertz, decidiram voltar para a base se alimentando dos cães que sobraram.

Semanas depois, Mertz apresentou dores de estômago e diarreia, a pele do explorador começou a descascar e o cabelo caiu. Dias depois, ele morreu.


Mawson sofreu sintomas semelhantes, inclusive com a pele descascando nas solas dos pés.


"A visão dos meus pés me chocou, pois a pele mais grossa das solas tinha se separado como uma camada completa... A nova pele, embaixo, ainda estava muito ferida", disse.


Ele estava com os sintomas que muitos exploradores antigos e marinheiros sofriam e motivaram os primeiros estudos sobre vitaminas e as doenças que a falta delas causam.


 Fígado de cachorro


O relato de Mawson na verdade mostra os sintomas típicos da overdose de vitamina A, provavelmente devido ao consumo de fígado de cachorro.


Apesar de tudo, Mawson viveu até os 76 anos, mas sua história serve como um exemplo para os dias atuais: vitaminas em excesso podem fazer mal e até abreviar a vida de pessoas saudáveis.

Vitaminas A-K


Vitamina A: necessária para boa visão, pele saudável e crescimento. Encontrada em legumes e verduras verdes e amarelos e laticínios. A deficiência pode causar problemas de visão em situações de pouca luz, falta de lágrimas e, em casos mais graves, cegueira devido a danos na córnea.

Vitamina B: necessária para pele saudável e ajuda o corpo a liberar a energia do pão, leite e ovos.

Vitamina B12: necessária para as células vermelhas do sangue, encontrada na carne, leite e peixe.

Vitamina C: necessária para a pele saudável, proteção da célula e absorção de ferro. Encontrada em frutas, legumes e verduras.

Vitamina D: necessária para o fortalecimento de dentes e ossos. Encontrada em margarina e peixes oleosos.

Vitamina E: necessária para proteção das células. Encontrada em sementes, cereais e nozes.

Vitamina K: necessária para coagulação do sangue. Encontrada em legumes verdes e cereais.


As companhias fabricantes de vitaminas não vão concordar. Mas, é preciso analisar a razão de acreditarmos que estes suplementos são úteis.


Vitaminas são essenciais para vida e há grupos de pessoas que precisam de suplementos específicos, mas o consumo sem supervisão é mais do que desperdício de dinheiro.


 O problema é que todos nos sentimos bem quando o assunto são as vitaminas, primeiro pelo fato de as histórias sobre a falta destas vitaminas serem horríveis. Segundo, nós lemos os pacotes de cereal e, terceiro, um cientista ganhador do Nobel duas vezes, Linus Pauling, tomava muita vitamina C.


Tudo isso leva a uma crença falsa: se um pouco é bom, muito deve ser melhor.


Eu já sabia o nome de vitaminas obscuras muito antes de entrar na faculdade de medicina pois sempre gostei dos cereais coloridos artificialmente, servidos no café da manhã e, de acordo com suas propagandas, "são enriquecidos com vitaminas e minerais".


É preciso lembrar que o enriquecimento de alimentos básicos com vitaminas e minerais tem sido uma das intervenções em saúde pública de maior sucesso na história. Salva inúmeras vidas todo ano até na Europa.


Quantidade recomendada


Então, você não deveria comer fígado de cachorro na Antártica, mas a deficiência de vitamina 

A aumenta muito o risco de cegueira e morte entre crianças com sarampo e diarreia em países em desenvolvimento.


A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda uma quantidade muito exata e alerta que doses mais altas podem causar problemas congênitos entre outros problemas.


Então, as vitaminas fazem uma enorme diferença na expectativa de vida em algumas circunstâncias.


A propaganda de cereais e outros suplementos nos leva a pensar nos efeitos benéficos para nossas vidas, contribuindo para uma ideia geral de saúde associada às vitaminas.


E também há o cientista Linus Pauling, alguém de muita credibilidade, que venceu o prêmio Nobel duas vezes e escreveu um livro em 1970 afirmando que a vitamina C pode combater gripe, câncer, doenças cardiovasculares, infecções e problemas degenerativos.


Linus Pauling (Arquivo/AP)
   Linus Pauling tomava grandes doses de vitamina C
 
 
Ele consumiu quantidades imensas desta vitamina, centenas de vezes a quantidade indicada, e viveu muito. Ele foi garoto propaganda das grandes doses de vitamina e contribuiu para o crescimento dessa indústria.


Mas, ao invés de aceitar a palavra de um homem, mesmo que confiável, vale a pena analisar os resultados de estudos que analisam o que acontece às pessoas que tomam estes suplementos durante longos períodos.


Não basta olhar para um estudo. Cientistas independentes reúnem todos os dados e pesquisas disponíveis e analisam tudo novamente para responder algumas questões.


Eis o que alguns deles afirmaram.


"Não encontramos provas que apoiem (o uso) de suplementos antioxidantes para prevenção primária ou secundária (de doenças de qualquer tipo). Betacaroteno e vitamina E parecem aumentar a mortalidade, assim como doses mais altas de vitamina A. Suplementos antioxidantes precisam ser considerados como produtos medicinais e devem passar por avaliações antes de (ser feita a) propaganda."


Só para esclarecer: "aumenta mortalidade" significa que pode matar. Estes são compostos bioativos fortes, mas não são regulamentados da mesma forma que remédios. Não importa o que se pensa sobre regulamentação, se há dados afirmando que pode nos fazer mal, deveria haver um alerta na embalagem.


Próxima questão


A próxima questão é por que estes suplementos podem fazer mal. É muito difícil separar os dados, em parte pelo fato de as vitaminas serem um grupo de substâncias químicas muito diverso.


Podemos incluir o que as pessoas normalmente apontam como minerais sob a bandeira das vitaminas. Eles são necessários na dieta não para energia, mas como parceiros químicos para as enzimas envolvidas no metabolismo - produção de células, regeneração de tecidos e outros processos vitais.


As funções deles são compreendidas, em sua maior parte, pelas doenças causadas pela deficiência. Então não temos muita certeza sobre tudo o que eles fazem ou como interagem. Antioxidantes são um bom exemplo: eles absorvem os radicais livres que, se deixados em nosso corpo, podem danificar o DNA e podem estar ligados ao câncer.


Suas células estão cheias de antioxidantes e a dúvida é se tomar mais destes faria bem. No entanto, nosso sistema imunológico luta contra infecções usando radicais livres. Não está claro qual o efeito de antioxidantes neste aspecto, mas é fácil imaginar que não deve ser bom.


A vitamina A está ligada ao aumento de câncer de pulmão entre fumantes. Excesso de zinco está ligado à redução na função imunológica, consumo excessivo de manganês, no longo prazo, está ligado a problemas nos músculos e nervos entre pessoas mais velhas. E por aí vai.


Fica ainda mais complicado quando tudo vem misturado em um comprimido. Diferentes minerais competem pela absorção no corpo e, por exemplo, se você toma grandes quantidades de cálcio, você não vai conseguir absorver ferro, vitamina C pode reduzir seus níveis de cobre etc.


Então, quando os suplementos são recomendados? O National Institute for Health and Clinical Excellence (Nice), órgão britânico que orienta os médicos do país, recomenda suplementos para alguns grupos de pessoas específicos.


Por exemplo: ácido fólico para mulheres grávidas até a 12ª semana ou que estão pensando em engravidar, vitamina D para mulheres grávidas ou amamentando ou pessoas que não ficam muito expostas ao sol, etc.


E o seu médico poderá recomendar suplementos se você precisar deles por razões de saúde.


Fonte: BBC BRASIL

Vereadores curitibanos usam vendas para experimentar a realidade dos cegos

Símbolo de deficiente visual
Os vereadores de Curitiba (PR) participaram de uma atividade, na manhã de 16 de dezembro, para sensibilizar sobre a importância da inclusão dos deficientes visuais e os desafios vividos por eles todos os dias. 


Para isso, os parlamentares ficaram de olhos vendados, utilizando-se apenas de bengalas. A iniciativa foi realizada para comemorar o Dia Nacional do Cego, que aconteceu em 13 de dezembro.
 
O coordenador de Relações com a Comunidade da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Manoel José Passos Negraes, conduziu a dinâmica.


 A sessão foi aberta e, em seguida, interrompida  para que os vereadores vendassem os olhos.
 
Enquanto isso, Manoel Negraes, que tem deficiência visual, discursou sobre as dificuldades enfrentadas por esses cidadãos. 


“Espero que o debate e este simples gesto, através da vivência, possam auxiliar os vereadores a analisar com um outro olhar os importantes projetos de acessibilidade que passam por esta casa”, disse.
 
O coordenador convidou os vereadores a se deslocarem de olhos vendados até a frente do plenário. A vereadora Professora Josete apresentou dificuldade já na busca do botão que aciona a liberação do microfone. 


 “Não há dúvida que precisamos compreender melhor o que o deficiente visual enfrenta. Temos que garantir a acessibilidade para melhor locomoção deles e de todas as pessoas com deficiência” frisou a vereadora, que ao sair de sua mesa ainda derrubou a placa que leva seu nome e demorou para chegar à frente do plenário.
 
Durante o debate, foi destacada a importância da Comissão de Acessibilidade da Câmara Municipal, que busca resguardar os direitos e deveres da pessoa com deficiência e fazê-los cumprir de modo que as convenções sejam aplicadas.
 
“É preciso dar o primeiro passo, seja com ou sem os olhos vendados. É preciso entender que todos precisam  aceitar a inclusão da pessoa com deficiência e exercer a cidadania. A maior dificuldade ainda está na cultura” finalizou Negraes.


Fonte:Vida Mais Livre


Nova linha turística Recife / Olinda prevê recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência

Foto do ônibus de turismo


A partir de abril de 2014, passará a funcionar na Região Metropolitana do Recife. (PE) uma nova linha de ônibus para turistas. Partindo do Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, a linha "Recife/Olinda Tour" irá circular pelos principais pontos turísticos da RMR. 


O itinerário de 43,8 quilômetros irá custar R$ 4 milhões a serem financiados pela iniciativa privada. O projeto está engatilhado pela parceria entre Governo do Estado, Prefeituras do Recife e Olinda. Resta saber qual empresa arcará com os custos do empreendimento.


O projeto de linha de ônibus turística funcionará todos os dias, das 9h às 18h, passando por 24 paradas exclusivas. Serão 6 ônibus de dois andares, com capacidade para 74 pessoas cada, que sairão de 30 em 30 minutos. 


O início do itinerário é no Parque Dona Lindu, seguindo pela Avenida Boa Viagem, Marco Zero, Praça da República, Shopping Tacaruna. Segue para Olinda, passando pela Orla Marítima, Cidade Alta. Retorna ao Recife, pela Agamenon Magalhães, passando pelo Centro de Convenções, Parque Treze de Maio, Casa da Cultura e depois segue para a Avenida Domingos Ferreira, até retornar ao terminal, no Parque Dona Lindu.


O ônibus da linha "Recife/Olinda", de dois andares, terá plataforma de acessibilidade para cadeirantes e compartimento para bicicletas. O andar inferior será climatizado, com assentos preferenciais. Além do sistema de áudio em português, inglês e espanhol, os passageiros contarão com um guia trilíngue em cada ônibus e uma audiodescrição, destinada às pessoas cegas ou com baixa visão.


Os bilhetes custarão em média R$ 45,00, poderão ser usados em um único dia e serão vendidos pela internet, nos hotéis, shoppings, Aeroporto do Recife, Terminal Integrado de Passageiros (TIP), Terminal Marítimo de Passageiros, agências de viagens, no próprio ônibus e em quiosques a serem criados especificamente para este fim.


Nesta terça, foi assinado pelos secretários de Turismo de Pernambuco, Recife e Olinda o Termo de Compromisso para Assinatura do Convênio da Linha de Turismo Recife-Olinda Tour. 


O próximo passo é realizar o chamamento público para que empresas de transporte se prontifiquem à realizar o empreendimento. 


A concessão de exploração do transporte público terá duração de dois anos, a contar de abril de 2014, tendo possibilidade de renovação de quatro anos.




Aprovada prioridade para processos de adoção de crianças com deficiência

Criança com síndrome de down
Processos de adoção de crianças e adolescentes com deficiência ou com doença crônica terão prioridade na tramitação. 


É o que determina o PLC 83/2013, aprovado nesta terça-feira (17) pelo Senado


O texto modifica o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para estabelecer essa prioridade. 


Como só houve emendas de redação, o projeto não precisará voltar à Câmara dos Deputados e seguirá para a sanção presidencial.
 
A intenção da autora do projeto, deputada Nilda Gondim (PMDB-PB), é acelerar o andamento dos processos nos quais o adotado se encontre em uma dessas condições. Isso não significa, segundo a autora, ultrapassar etapas ou flexibilizar procedimentos.
 
A nova legislação viria a corroborar prática que já começa a se estabelecer, pois a atenção preferencial para pessoas com deficiência e para aquelas acometidas por doenças crônicas já é fato comum nas instituições. O Conselho Nacional de Justiça, como lembrou a autora, tem se mostrado favorável a que essas causas judiciais tenham prioridade de tramitação.
 
O relator na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), senador Paulo Paim (PT-RS), lembrou que crianças com deficiência ou com doenças crônicas são cerca de 10% das 80 mil que estão nos abrigos à espera da adoção. 


"Sua própria condição faz com que se afastem do perfil buscado pela imensa maioria dos candidatos a pais e mães adotivos: meninas recém-nascidas, sem irmãos, brancas e saudáveis”, disse o senador.
 
Após a aprovação da matéria, o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) afirmou que o texto traz uma expectativa nova para pessoas dispostas a adotar crianças com deficiência ou doença crônica. O senador agradeceu aos colegas pela aprovação em nome da autora do projeto, deputada Nilda Gondim.
 
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), também apresentou seus cumprimentos à autora do projeto e disse que a aprovação do projeto é um grande momento do Congresso Nacional. A aprovação também foi comemorada por Cícero Lucena (PSDB-PB) e Eduardo Braga (PMDB-AM).




Por onde anda: Atriz deficiente visual de 'Caras e Bocas' lança livro

 


Danieli Haloten chamou a atenção do público ao ser a primeira deficiente visual a atuar em uma telenovela brasileira, interpretando Anita, irmã do protagonista Malvino Salvador, na novela "Caras e Bocas", em 2009. 


No entanto, terminada a trama, acabou voltando para Curitiba, sua cidade natal, e se afastou da mídia.


Atualmente, quatro anos depois de conseguir a oportunidade através do autor Walcyr Carrasco, a atriz e jornalista - que tem um cão-guia chamado Higgans - segue atuando, mas em peças de teatro. Além disso, ministra palestras de motivação e inclusão pelo Brasil e dá aulas de técnica de expressão vocal. 


Em julho deste ano, ela ainda lançou seu primeiro livro, "Uma viagem no escuro", no qual relata infortúnios que passou durante uma viagem de intercâmbio no Canadá.


A obra relata desde a busca de uma cidade para estudar às dificuldades pelas quais passou, como ser enviada para uma casa distante e de difícil acesso. 


Através da narrativa, ela dá dicas de viagem, alerta os leitores para que não caiam nas mesmas ciladas em que caiu e mostra que, mesmo sem enxergar, é possível viajar sozinha pelo mundo e se divertir. 


Defensora da leitura acessível, Danieli decidiu disponibilizar a obra em formato digital para que todos, inclusive deficientes visuais, possam lê-la.


“Se luto para as editoras oferecerem livros acessíveis para os leitores com deficiência visual, tenho que dar o exemplo, mostrando que é possível", explica Danieli, que critica o fato de haver tão poucas oportunidades para pessoas como ela no meio artístico : 


"Acredito que o mercado ainda não se tocou que somos 45,6 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência e que também queremos ser representados em comerciais e programas de TV."
 

EGO: "Uma viagem no escuro" é seu primeiro livro? Você sempre pensou em escrever um?
 
Danieli Haloten: É o primeiro. Sempre pensei em escrever um livro. Muitas pessoas diziam que eu tinha que escrever um sobre a minha vida. Mas sempre que eu começava a escrever, eram tantas histórias que eu acabava me perdendo. Quando aconteceu tudo aquilo na minha viagem ao Canadá, pensei que poderia acontecer com qualquer um, e as pessoas precisavam ser alertadas. Então, pensei que seria um ótimo tema para um livro.


O livro fala sobre a experiência frustrada que você teve durante uma viagem ao intercâmbio. O que aconteceu lá? Você viajou com seu cão-guia?
 
Danieli Haloten: Contratei uma agência que pertencia a brasileiros que viviam em Vancouver. Eles garantiram que eu teria toda a estrutura necessária para viver lá. Porém, ao chegar no Canadá, descobri que eu havia sido colocada em uma casa em uma cidade ainda em construção chamada Surey, no meio do mato, sem condições para uma pessoa cega se
locomover sozinha. Em vez de me realocar em um lugar acessível, a agência me abandonou. Se eu não estivesse com meu cão-guia poderia dizer que estava em um mato sem cachorro.
 

O Canadá, assim como outros países desenvolvidos, é conhecido por dar um tratamento mais digno para deficientes. Apesar dos problemas que teve, você sentiu diferença?
 
Danieli Haloten: No meu livro desmitifico essa ilusão que muitas pessoas têm de que no exterior as coisas são melhores do que no Brasil. Falo de situações referentes à Inglaterra, Canadá e Estados Unidos.
 

Como estão as vendas do livro? Você está feliz com o resultado que conseguiu?
 
Danieli Haloten: Estou feliz com a concretização do meu livro. Principalmente porque do jeito que publiquei, todos, inclusive deficientes visuais, podem lê-lo. Também estou feliz porque escrever o livro foi uma experiência maravilhosa. Adoro escrever e seria ótimo poder viver disso.
 

Depois de "Caras e Bocas", você nunca mais fez um trabalho na TV. Tem feito testes e não conseguiu mais um papel ou resolveu se afastar por escolha própria?
 
Danieli Haloten: Não fiz nenhum teste.
 

Como você vê o mercado em relação a atores deficientes como você? Acha que existe preconceito?

Danieli Haloten:
Acredito que o mercado ainda não se tocou que somos 45,6 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência e que também queremos ser representados em comerciais e programas de TV. Como atriz, o que posso dizer é que não preciso fazer necessariamente personagens com deficiência visual. Mesmo que eu fizesse somente papel de deficiente visual, há uma infinidade de personagens que eu posso fazer sem necessariamente abordar os problemas da deficiência. Eu poderia ser uma Paloma, uma Leila da vida, porém, com uma deficiência visual. E mesmo que me deem papéis de cega estereotipada para fazer, o que é que tem? Não tem um monte de ator que faz sempre o mesmo papel? Quanto a meu trabalho como jornalista, não faço somente matérias sobre pessoas com deficiência. Mas admito que as empresas de comunicação precisariam ter uma profissional especializada como eu,  porque a mídia vive veiculando matérias sobre pessoas com deficiência que, ou são errôneas, ou não abordam o tema adequadamente, demonstrando despreparo. E para esclarecer, não me tornei especialista por ter uma deficiência, mas porque estudei sobre o assunto.
 

O que você tem feito? Continua trabalhando como atriz em Curitiba?
 
Danieli Haloten: Depois da novela, fiz um stand-up e, este ano, fiz uma gaúcha no Festival de Curitiba. A peça se chamava “A farsa do bom marido” e minha personagem enxergava perfeitamente. Continuo ministrando palestras de motivação e inclusão pelo Brasil, dando aulas de técnica de expressão vocal para comunicadores, atores e para quem tem problemas de comunicação oral e publiquei um artigo na revista americana Matilda Ziegler.
 

Quais são seus objetivos no momento?
 
Danieli Haloten: Quero continuar dando minhas palestras e meus treinamentos e ainda gostaria de trabalhar  como apresentadora de TV em um de meus projetos.


26 de dez de 2013

Proposta reduz contribuição de empresa que contratar trabalhador com deficiência

carteiras de trabalho
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 5461/13, da deputada Rosinha da Adefal (PTdoB-AL), que reduz em até 5% a contribuição previdenciária de empresas que contratarem trabalhadores com deficiência


O desconto será de 0,1% por cada trabalhador contratado, limitado ao desconto máximo de 5%.


No caso de empresas com mais de 100 empregados, que são obrigadas por lei (8.213/91) a preencher entre 2% e 5% dos cargos com pessoas com deficiência, o desconto na contribuição previdenciária só será concedido sobre trabalhadores que excederem as cotas legais.


Para a deputada, a isenção vai incentivar a contratação de pessoas com deficiência por empresas menores, que não se incluem na cota estabelecida em 1991. A norma, segundo a autora, também vai forçar o cumprimento da lei pelas empresas maiores.


“O projeto ampliará a inclusão social das pessoas com deficiência e, indiretamente, reduzirá, no médio prazo, os gastos do Poder Público com o pagamento de benefícios de caráter assistencial a pessoas com deficiência que não possuam meios de prover a própria sobrevivência”, defendeu.
 

Tramitação
 

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania.




Alunos com deficiência se divertem com esportes náuticos

Instrutor auxilia homem dentro de um caiaque

 Cerca de 30 alunos com deficiência intelectual viveram uma experiência diferente, em 13 de dezembro, no Setor Náutico da Semes, na Ponta da Praia, em Santos (SP). Eles puderam fazer uma aula de caiaque e stand up, sempre acompanhados pelos professores.


Responsável pelo Setor Náutico, Cássio Gimenez vê nas atividades muitos benefícios aos alunos, já que estimula a concentração, equilíbrio e coordenação. “Sem falar do contato com a natureza, já que o mar relaxa e traz paz”. Diogo Gaulia, 33 anos, se divertiu com a atividade. “Foi muito legal, não é fácil, mas me senti seguro”.


Modalidades
 

A Seção de Esportes Adaptados presta atendimento a cerca de 40 pessoas com deficiência intelectual, a partir de oito anos. São oferecidas aulas de basquete, natação e capoeira, todos adaptados, e também esportes inclusivos como ciclismo, musculação e futebol.


O atendimento é feito no Complexo Rebouças (pç. José Rebouças s/nº, Ponta da Praia). Informações: 3261-1980.




Carro zero para pessoas com deficiência fica até 19% mais barato

Carro com porta lateral adaptada para pessoas com deficiência
Pessoas com deficiência têm optado por adquirir um veículo para facilitar o seu deslocamento. 


Nesses casos, o governo federal concede isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)


Nos estados, as pessoas com deficiência normalmente ficam isentas de pagar o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual, Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e, em algumas cidades, são liberadas do rodízio de automóveis.


Foi o caso do aposentado José Carlos Araújo Silva, 41 anos. Ele sofreu um assalto há sete anos na capital federal. Durante a ação dos criminosos, José Carlos levou um tiro nas costas e ficou paraplégico


“É fácil demais falar em acessibilidade, difícil é você ter. A cidade não lhe dá condições”, desabafa. Devido a essas dificuldades, José Carlos decidiu comprar recentemente um automóvel. “Hoje eu tenho autonomia, liberdade e mais facilidade para me locomover”, conta.


Apesar do benefício das isenções, o processo é demorado. Segundo a consultora de vendas especializada em programa para a mobilidade de uma concessionária na capital Teresa Cristina Lima, o processo de aprovação das isenções para os condutores (casos em que os veículos são guiados pela própria pessoa com deficiência) levam de dois a três meses. No caso dos não-condutores, ou conduzidos (quando o veículo é guiado por motorista sem deficiência, mas destinado ao transporte de pessoa com deficiência), a demora é ainda maior e pode chegar a seis meses. 


No caso de José Carlos, ele esperou quatro meses para só então conseguir comprar seu carro. Metade desse tempo foi tomada pela Receita Federal (aprovação da isenção dos impostos federais) e a outra metade, pela Secretaria de Fazenda do Distrito Federal (impostos estaduais, ICMS).


No total, José Carlos teve uma redução de R$ 11 mil no preço do veículo. Segundo Teresa Cristina, no Distrito Federal, o máximo de redução que as isenções de IPI e ICMS podem chegar é de 19,41% do valor original do automóvel, sem opcionais. 


No caso do IOF, uma pessoa com deficiência pode, ao longo da vida, solicitar a isenção desse imposto apenas uma vez (art. 72 da Lei nº 8.383 , de 30 de dezembro de 1991). Então, na maioria dos casos, a escolha recai sobre a isenção em financiamentos da casa própria em detrimento da aquisição de um veículo. José Carlos, por exemplo, optou por usar a isenção do IOF na compra de sua residência no Setor O, em Ceilândia.
 

Distrito Federal


Até março deste ano, no Distrito Federal, a isenção de ICMS na compra de veículos era válida apenas para pessoas com deficiência física. A partir dessa data, o benefício passou também a valer para quem tem outras deficiências, como mental e visual, por exemplo. 


Para ter direito a essa prerrogativa, o requerente não pode ter dívidas com a Secretaria de Fazenda. Outra determinação que precisa ser observada é o preço máximo do veículo. O valor de venda ao consumidor sugerido pelo fabricante, incluídos os tributos incidentes, não pode ser superior a R$ 70 mil.


Ao aprovar o pedido de isenção, a Secretaria de Fazenda do DF (SEF) emite autorização com validade de 180 dias para que o interessado adquira o veículo sem pagar o ICMS. A apresentação do documento é obrigatória para a conclusão da transação comercial.


Após esse procedimento, o requerente tem prazo de 15 dias úteis após a compra para apresentar a nota fiscal à SEF. Em 2012, cerca de 900 autorizações de isenção de ICMS foram concedidas para pessoas com deficiência física no DF.


No caso da isenção do IPVA, o interessado deve requerer o benefício todos os anos e será reconhecida por ato declaratório emitido pela SEF. Para isso, a documentação do veículo precisa estar totalmente regularizada.
 

CNH


Pessoas com deficiência que tenham interesse em dirigir precisam procurar o Departamento de Trânsito do estado (Detran), onde precisarão fazer um exame médico de aptidão física e mental. 


Nos casos em que a deficiência não compromete a condução de um veículo original, ou seja, carro sem adaptações, o requerente segue com o processo normal para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).


Se nesse exame for verificada que a deficiência compromete a segurança e a condução de veículo convencional, o interessado deverá também passar por uma junta médica, também no Detran, composta de três profissionais. 


É a junta que vai especificar as adaptações a serem feitas no veículo que cada pessoa com deficiência precisa para dirigir.


Após a junta médica, pode ser necessária, dependendo da adaptação a ser feita no veículo, uma prova de trânsito para verificar a capacidade de a pessoa conduzir um carro adaptado. 


Nessa prova, ela é avaliada por uma banca especial, constituída de um médico, um representante do Conselho de Trânsito do estado e um examinador. 


O médico será responsável por verificar se, para aquela deficiência, a adaptação indicada pela junta foi a mais adequada. Caso contrário, o interessado deverá voltar para a junta médica para rever as adaptações solicitadas.


Se o interessado é tido como apto após a realização da banca especial, o Detran dá início à confecção da CNH, que tem até 15 dias úteis para ser enviada à residência do motorista. 


O documento de uma pessoa com deficiência não é especial, apenas contém observações (códigos) das adaptações necessárias em um veículo para que o condutor esteja apto a guiá-lo. 


Se o motorista com deficiência não cumprir com o que estiver estabelecido na CNH, ele incorrerá em infração gravíssima e estará sujeito a multa e retenção do veículo até o saneamento da irregularidade ou apresentação de condutor habilitado, de acordo com o art. 162 do Código de Trânsito Brasileiro.
 

Adaptações


As adaptações no veículo, indicadas em laudo emitido pelo Detran, ficam a cargo (realização e pagamento) do condutor ou do proprietário do automóvel. 


Segundo Paulo Henrique Lira de Sousa, dono do único estabelecimento que realiza esse tipo de trabalho no DF, uma única adaptação pode variar de R$ 100 a R$ 5 mil. Como, normalmente, o Departamento pede mais de uma adaptação, os custos podem chegar a R$ 10 mil.


 A maioria das solicitações permitem que o condutor tenha, ao alcance das mãos, todas ou grande parte das funções do veículo, como acelerador e freio manuais e controle de comandos (seta, faróis, buzina, limpadores etc) no volante, de maneira que o motorista não tire as mãos da direção.


José Carlos, por exemplo, comprou seu carro já automático e precisaria gastar R$ 6.400 para realizar todas as adaptações requeridas pelo Detran-DF. 


Por enquanto, ele precisou desembolsar R$ 1.400 para colocar acelerador e freio manuais e pomo articulado no volante (bolinha presa à direção por meio da qual se realizam manobras com apenas uma mão e a outra mão fica livre para frear e acelerar).


 Além disso, José Carlos precisa acrescentar, de acordo com o laudo, controle de comandos no painel do veículo.


Paulo Henrique trabalha no ramo há 17 anos e recebe em torno de 20 a 30 pedidos mensais de adaptação em seu empreendimento. 


“Você vê a alegria estampada no rosto na hora que a pessoa recebe o carro, a alegria de estar dirigindo, muitas, inclusive, pela primeira vez. É muito gratificante”, revela. 


Paulo pretende ampliar o seu trabalho para a área de adaptação e transformação veicular para transporte de pessoas com deficiência, pois, segundo ele, não há um táxi acessível hoje no DF para cadeirantes. 


“Acaba custando muito caro para a pessoa que vai usar, mas a gente tem trabalhado muito em cima disso”, complementa.




Foto: Continuamos nossa campanha para denunciar estabelecimentos novos construídos sem acessibilidade. Indiquem aqui no Face esses locais que enviaremos ofícios.

Descrição da imagem para cego ver: A imagem é formada por diversas silhuetas de cor preta. Na frente e à esquerda temos uma árvore, no centro o novo ícone do cadeirante que agora possuí características que passam a sensação de movimento (a posição do seu tronco inclinado nos da essa sensação), e na direita há um estabelecimento com escadas na entrada e em cima delas existe um X vermelho que demonstra que ali esta uma barreira. Ao fundo podemos ver a silhueta dos prédios e da Ponte Estaiada da cidade de São Paulo bem desfocada. O fundo da imagem é de cor bege e escurecido nas extremidades. no rodapé da imagem estão os dizeres: Vamos ficar de olho na acessibilidade. Notifique os locais construídos sem acesso e faça valer a Lei na prática! #derrubandobarreiras facebook.com/maragagabrilli

23 de dez de 2013

O que abre e fecha no feriado de Natal e Ano Novo 2013


Os paulistanos que permanecerem na cidade de São Paulo durante o feriado de Natal, nesta quarta-feira (25), deverão ficar atentos às mudanças que ocorrem no horário de funcionamento de certos serviços e órgãos municipais.


Alguns estabelecimentos atenderão normalmente, mas outros funcionarão em horários diferenciados ou não abrirão as portas. Confira abaixo o que abre e o que fecha em São Paulo neste feriado:
 

Ciclofaixas
 

Quem não foi viajar poderá aproveitar as ciclofaixas da cidade, que funcionarão em horário integral no dia 25 de dezembro, das 7h às 16h. A ideia é implementar uma opção de lazer no feriado, já que normalmente elas são abertas apenas aos domingos. As ciclofaixas da cidade também funcionarão nos dias 22 e 29 de dezembro.
 

Poupatempo
 

Os postos Poupatempo não vão abrir entre os dias 23 e 25 de dezembro, de segunda a quarta-feira. O serviço volta a atender a população na quinta-feira (26). O teleatendimento pelo Disque-Poupatempo segue o mesmo esquema de funcionamento.

 
Shoppings
 

Nos shoppings paulistanos, as lojas terão funcionamento facultativo em horário semelhante ao existente durante a semana. Na véspera do Natal, a maioria dos shoppings ficará aberta apenas até as 18h. Veja a programação completa de final de ano nos shoppings de São Paulo.
 

Bancos
 

As agências bancárias de São Paulo vão abrir para atender o público entre as 9h e as 11h na terça-feira (24), véspera de Natal. No dia 25 de dezembro, os bancos ficarão fechados. As contas de consumo (água, energia, telefone, gás, etc) e carnês com vencimento não ajustado ao calendário de feriados podem ser pagas no próximo dia útil, na quinta-feira (26), sem multas.

Os canais alternativos para pagamento de contas, como os caixas eletrônicos, o internet banking, o mobile banking e o banco por telefone estarão disponíveis.

 
Procon-SP
 

Os postos de atendimento da Fundação Procon-SP não terão atendimento nesta segunda (23), terça e nem na quarta-feira de Natal. Os serviços de Ouvidoria, atendimento eletrônico e por telefone também só retornam na quinta-feira.
 

Detran
 

Não haverá atendimento nas unidades do Detran de São Paulo nesta segunda, terça e quarta-feira. O Disque Detran-SP (central de atendimento telefônico) e as unidades do Poupatempo que prestam serviços do órgão também estarão fechadas no período.
 

Metrô
 

Na terça-feira, véspera de Natal, os usuários da Linha 1-Azul, principal via de acesso aos terminais rodoviários Jabaquara e Tietê, terão 236 viagens extras; e os usuários da Linha 3-Vermelha, que se integra ao terminal rodoviário Barra Funda, terão reforço de 251 viagens adicionais. Nas demais linhas, a frota em circulação não sofrerá alterações.

Já na quarta-feira, feriado de Natal, a quantidade de composições em operação em todas as linhas será semelhante à utilizada  emum domingo.


Na quinta-feira, para atender aos usuários que retornam do feriado, a abertura das estações das linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha será antecipada para as quatro horas da manhã e haverá reforço na circulação dos trens, com viagens extras programadas em todas essas linhas. Apenas na Linha 5-Lilás a operação terá início no horário habitual, ou seja, a partir das 4h40.
 

Assistência Social
 

Nos dias 24 e 25 de dezembro, funcionarão apenas os serviços de emergência e acolhida que atendem 24 horas, ininterruptamente: Serviços de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes (Abrigos), Centros de Acolhida (antigos albergues) e a Central de Atendimento Permanente e de Emergência (CAPE).
 

 Mercados e sacolões
 

Todos os mercados municipais e sacolões estarão fechados no feriado de Natal. Nos dias 23 e 24 de dezembro, os mercados municipais atenderão nos seguintes horários: Kinjo Yamato, das 3h às 13h no dia 23 e das 3h às 12h no dia 24; Paulistano (Central), das 6h às 18h no dia 23 e das 6h às 16h no dia 24; Pirituba, das 7h às 22h no dia 23 e das 7h às 18h no dia 24; Central Leste, das 7h às 18h nos dois dias; Penha, das 8h às 19h no dia 23 e das 8h às 16h no dia 24; Sapopemba, das 8h às 18h nos dois dias; Tucuruvi, das 8h às 20h no dia 23 e das 7h30 às 16h no dia 24; Vila Formosa, das 8h às 19h no dia 23 e das 8h às 17h no dia 24; Teotônio Vilela, das 7h às 19h no dia 23 e das 7h às 15h no dia 24; Ipiranga, das 8h às 19h no dia 23 e das 8h às 17h no dia 24; Santo Amaro, das 8h às 20h no dia 23 e das 8h às 16h no dia 24; Guaianases, das 8h30 às 19h30 nos dois dias; São Miguel, das 8h às 19h no dia 23 e das 8h às 17h no dia 24; Pinheiros, das 8h às 18h no dia 23 e das 8h às 13h no dia 24 e Lapa, das 8h às 19h no dia 23 e das 8h às 16h no dia 24.

O atendimento nos sacolões será feito nos seguintes horários: Jaguaré, das 7h às 18h no dia 23 e das 7h às 14h no dia 24; Santo Amaro, das 7h às 16h nos dois dias; Brigadeiro, das 7h às 18h no dia 23 e das 7h às 13h no dia 24; Butantã, das 7h às 20h no dia 23 e das 7h às 16h no dia 24; Jaraguá, das 7h às 18h no dia 23 e das 7h às 13h no dia 24; Bela Vista, das 7h às 19h no dia 23 e das 7h às 14h no dia 24; Piraporinha, das 7h às 20h no dia 23 e das 7h às 18h no dia 24; City Jaraguá, das 7h às 20h no dia 23 e das 7h às 14h no dia 24; Rio Pequeno, das 7h às 19h no dia 23 e das 7h às 14h no dia 24; Avanhandava, das 7h às 19h no dia 23 e das 7h às 14h30 no dia 24; Estrada do Sabão e Freguesia do Ó, das 7h às 19h no dia 23 e das 7h às 15h no dia 24; COHAB Adventista, das 7h às 21h no dia 23 e das 7h às 13h no dia 24; Cidade Tiradentes, das 8h às 19h nos dois dias; e São Miguel, das 8h às 19h no dia 23 e das 8h às 17h no dia 24. O de João Moura não funcionará. 

Na quinta e sexta-feira, todos abrem nos horários habituais.

 
Saúde
 

Os hospitais e prontos-socorros funcionarão ininterruptamente no feriado. As 99 AMAs tradicionais abrem de segunda-feira a sábado, inclusive no feriado, das 7h às 19h, bem como as 20 AMAs que funcionam 24 horas.


Já as 19 AMAs Especialidades, as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e as UBS Integrais fecham na terça e na quarta-feira das 7h às 19h e voltam a atender na quinta.
 

Cultura
 

As bibliotecas Monteiro Lobato, Álvares de Azevedo, Cora Coralina, Pe. José de Anchieta, Raul Bopp e Viriato Correa Paulo Setúbal, assim como as bibliotecas de bairro, os ônibus bibliotecas, o Ponto de Leitura do Piqueri e os Bosques de Leitura, ficarão fechadas do dia 23 de dezembro até o dia 4 de janeiro de 2014. 


A Biblioteca Mário de Andrade e a Hemeroteca estarão de portas fechadas entre os dias 20 de dezembro e 5 de janeiro.


Todos os teatros municipais ficarão fechados nos dias 24 e 25 de dezembro. Os teatros Artur Azevedo, Flávio Império e Paulo Eiró seguem fechados para reforma.


Ficarão fechados entre os dias 21 de dezembro e 5 de janeiro: Arquivo Histórico, Beco do Pinto, Capela do Morumbi, Casa da Imagem, Casa do Bandeirante, Casa do Grito, Casa Modernista, Casa do Sertanista, Casa do Tatuapé, Centro Memória do Circo, Monumento à Independência, Sítio da Ressaca, Sítio Morrinhos e Solar da Marquesa de Santos.


O Centro Cultural São Paulo ficará fechado entre o dia 16 de dezembro e 2 de janeiro. 


O Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso esará em recesso do dia 23 de dezembro até o dia 6 de janeiro. As escolas municipais de bailado, iniciação artística e música, assim como o Centro Cultural da Penha, a Galeria Olido e a Praça das Artes, estarão fechadas no feriado. O Pavilhão das Culturas Brasileiras permanece fechado para reforma.
 

Educação
 

Os Centros Educacionais Unificados (CEUs) estarão fechados neste sábado (21) e domingo (22) para dedetização, manutenção e revisão de equipamentos, e também na terça e quarta-feira devido ao feriado de Natal.
 

Esporte
 

Os 45 Centros Esportivos Municipais e os Clubes da Comunidade ficarão fechados durante os dias 24 e 25 de dezembro.
 

Subprefeituras
 

As Praças de Atendimento das Subprefeituras não funcionarão nos dias 24 e 25 de deazembro.
 

Trabalho
 

Os Centros de Atendimento ao Trabalhador (CATs) não abrirão nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e  no dia 1º de janeiro.

 
Verde e Meio Ambiente
 

Os Parques Municipais abrirão nos horários habituais.


Fonte: G1