17 de jun de 2016

Aeroporto Tom Jobim faz terceiro teste de acessibilidade para os Jogos do Rio



Pessoas com deficiência que forem ao Rio de Janeiro para acompanhar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos – seja para competir, trabalhar ou assistir às competições – poderão atestar se os R$ 5,5 milhões que o consórcio RIOgaleão investiu em recursos de acessibilidade para o Aeroporto Internacional Tom Jobim foram usados da forma correta e garantiram acesso real a todos.


Formada por Odebrecht TransPort, Changi Airports International (CAI) e Infraero, a concessionária administra o terminal desde agosto de 2014 (com contrato de concessão de 25 anos), e fez recentemente o terceiro simulado de acessibilidade no aeroporto, com a participação de 23 pessoas com deficiência (cegos ou usuários de cadeiras de rodas), voluntários da Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (Andef) e do Instituto Grupo Eficiente, além de representantes da Rio 2016, Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Secretaria de Aviação Civil (SAC) e Ministério da Justiça e Cidadania, companhias aéreas e da própria concessionária.


A meta desse trabalho é verificar o tempo de embarque e desembarque dos 23 passageiros que participaram da simulação desde o check-in até a entrada e saída da aeronave. 


Foram usadas ilhas de check-in e uma aeronave da companhia Air France. Integrantes de diversas companhias aéreas ajudaram nos trâmites entre a entrada no saguão e o embarque no avião, e no desembarque e saída. 


O primeiro teste foi feito em junho do ano passado. Segundo Herlichy Bastos, diretor de operações da concessionária, a equipes já estão mais familiarizadas com os procedimentos.


Ao assumir a administração do aeroporto, o RIOgaleão fez um diagnóstico detalhado para identificar e melhorar o acesso de pessoas com deficiência. 


Segundo a concessionária, até os Jogos, o aeroporto terá mais elevadores com corrimão, rampas de acesso, novas pontes de embarque climatizadas, pisos táteis de alerta nas rampas, nos elevadores e pelos terminais, assim como placas de braile, textos em relevo, pictogramas e avisos sonoros. 


A estrutura tem ainda equipes de comunicação em Libras (Língua Brasileira de Sinais) e dois ambulifts (equipamento para embarque e desembarque de pessoas com deficiência).


Confira abaixo o vídeo da simulação feito pelo jornalista Luiz Alexandre Souza Ventura

 

 

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