2 de jun de 2016

Pesquisadores do Canadá identificam gene relacionado à esclerose múltipla

 


Pesquisadores do Canadá descobriram um gene relacionado à esclerose múltipla. É uma doença que afeta 2,5 milhões de pessoas.


Ann Smith é enfermeira e já sofreu os piores sintomas da esclerose múltipla. Chegou a ter cegueira temporária, paralisia e a dormir no trabalho de tanta exaustão.


Agora, os pesquisadores da Universidade de British Columbia, no Canadá, descobriram que essa doença degenerativa do sistema nervoso central é ligada à mutação de um gene chamado NR1H3


Ela aparecia em cinco pessoas da mesma família que tinham esclerose múltipla em estágio avançado.


Os testes revelaram que pessoas com a mutação genética correm 70% de risco de desenvolver a doença.


Na esclerose múltipla, o sistema imunológico destrói a mielina, que é o isolamento dos nervos. 


Eles passam a funcionar como um fio desencapado: a transmissão dos impulsos nervosos fica prejudicada e as mensagens do corpo chegam truncadas ao cérebro.


Com a nova descoberta, os médicos acreditam que vão poder desenvolver novos tratamentos para a doença.






 

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