20 de jun. de 2013

Prefeitura do Recife abre 27 vagas para pessoas com deficiência

Foto de uma carteira de trabalho
O Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda divulgou vagas disponíveis no Recife e região metropolitana. 

Nesta semana, são 27 disponíveis, todas para preenchimento imediato.

Para o candidato que concluiu o Ensino Médio, as opções são: dez vagas de assistente administrativo, cinco para ajudante de carga e descarga, três para promotor de vendas, duas para oficial de serviços gerais e uma para assistente de logística. Quem concluiu o Ensino Fundamental pode concorrer a seis postos de auxiliar de limpeza.

Os interessados devem procurar a sede do projeto, na Avenida Rio Branco, 155, no bairro do Recife, ou o Centro Público de Casa Amarela, na avenida Norte, nº 5600, na Casa Amarela. 

Para mais informações: ligue para 3355-2926.

Fonte: Terra

O QUEREMOS ACESSIBILIDADE APOIA O MOVIMENTO PELA MUDANÇA DO NOSSO PAÍS


Todos nós estamos acompanhando pela televisão, os manifestos que estão acontecendo por todo o Brasil...


Na minha opinião, este ato é muito digno, correto e bonito (sendo pacífico)! As pessoas estão se desacomodando e deixando de aceitar tudo que lhes é imposto pacificamente. Penso que nunca é tarde para lutar por seus ideais, isso já deveria ter acontecido há muito tempo atrás. Chega de aceitarmos tudo "parado". 

Essa união, também deveria estar presente em muitas outras passeatas que acontecem em todo Brasil; que reivindicam (pedem) pelos direitos das Pessoas com Deficiência, que exigem melhorias na acessibilidade, na educação inclusiva, vagas de emprego, na inclusão social... 

As manifestações "inclusivas", acontecem há anos, mas são pouco notadas pois é pequeno o número de PCDs que participam destas mobilizações..
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Espero que assim como estes jovens estão na rua, gritando e exigindo melhorias para a população, os PCD's também se incentivem e façam o maior esforço para comparecer nos movimentos para "lutar" por um Brasil melhor, por um Brasil sem degraus, sem barreiras.

Carol Constantino






19 de jun. de 2013

Projeto quer garantir assistência psicopedagógica às crianças com autismo

Ilustração representando o autismo
Em grande parte dos casos, o diagnóstico tardio da doença dificulta a inserção dessas crianças na escola habitual, que é garantido pela Lei Federal nº 12.764/12. 

Para mudar essa realidade, um Projeto de Lei apresentado à Câmara Municipal de João Pessoa dispõe sobre a implantação de assistência psicopedagógica na rede pública e privada de ensino.

O projeto é uma iniciativa do vereador Lucas de Brito (DEM) e possui o objetivo de diagnosticar, intervir e prevenir problemas de aprendizagem, além de acompanhar os alunos disgnosticados com autismo. 

O enfoque do projeto está nas instituições de Educação Infantil e Ensino Fundamental da Capital.

A Lei Federal nº 12.764 instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista e garantiu a inclusão dessas crianças nas classes comuns de ensino regular com direito a acompanhante especializado. 

“Contudo, as escolas públicas e privadas de João Pessoa não prestam a assistência psicopedagógica às crianças autistas nem às que apresentam outros problemas no aprendizado”, salienta o parlamentar.

Lucas de Brito explica que a assistência deverá ser prestada por profissional habilitado e ocorrer nas dependências da instituição durante o período escolar, sem qualquer aumento nos valores das mensalidades dos alunos beneficiados. 

“Queremos que o Projeto seja um importante mecanismo de elevação da qualidade da educação em João Pessoa, contemplando as crianças que sofrem com problemas na aprendizagem, valorizando o profissional psicopedagogo e concretizando o direito dos autistas”.

Por gerar despesas ao município, a matéria foi encaminhada ao prefeito Luciano Cartaxo como Projeto de Indicação, no que se refere à contratação de profissionais nas escolas públicas. 

Para que o mesmo benefício seja oferecido nas escolas particulares, o vereador apresentou um Projeto de Lei que será apreciado nas Comissões da Casa e, depois, segue para votação em plenário.

Fonte: PB Agora

Brasileiro é premiado no Congresso Internacional de Surdez

Símbolo que representa a surdez
O mestrando em Psicologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Anderson Jonas das Neves , foi premiado no II Congresso Internacional de Surdez, Implante Coclear, Próteses Auditivas e Cirurgicamente Implantáveis (Hearing), realizado em maio em São Paulo. 

O trabalho “Correspondência na Fala em Leitura e em Nomeação de Sentenças em Crianças com Deficiência Auditiva Pré-Lingual Usuárias de Implante Coclear” ficou em primeiro lugar na categoria Fonoaudiologia.

Neves, que tem bolsa da FAPESP, foi orientado no trabalho pela professora Ana Claudia Moreira Almeida Verdu, da Faculdade de Ciências da Unesp, e pelas pesquisadoras Adriane de Lima Mortari Moret e Leandra Tabanez do Nascimento. 

Segundo Verdu, o trabalho é resultado de uma parceria entre unidades da Unesp, da Universidade de São Paulo e da Universidade Federal de São Carlos, no âmbito do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia sobre Comportamento, Cognição e Ensino (INCT-ECCE). 

“Estudamos o funcionamento simbólico em crianças com deficiência auditiva pré-lingual, isto é, privadas de estimulação sonora, mesmo antes de aprenderem a falar, mas que receberam o implante coclear – aparelho colocado cirurgicamente na parte interna do ouvido e que restabelece a detecção sonora, portanto necessitam aprender a dar significados aos sons da fala”, disse Verdu.

Na maior parte das crianças usuárias do implante coclear, aprender a ouvir e a falar ocorre incidentalmente pelo uso do implante e pelo estabelecimento de interações verbais com as pessoas. 

Porém, em uma parcela desta população, as funções de ouvir e de falar não ocorrem no mesmo ritmo. Verdu explica que as pesquisas têm sido realizadas no processo de reabilitação desses indivíduos e um dos aspectos focalizados é o "treinamento de habilidades auditivas" e as relações que o ouvir estabelecem com o falar.

Fonte: Exame

Semed incentiva inclusão social de pessoas com deficiência em Manaus

Logo dos Jogos Adaptados André Vidal de Araújo
Foi com este lema que a Secretaria Municipal de Educação de Manaus, por meio da Gerência de Educação Especial, lançou na manhã da última segunda-feira, 17, o 2º Jogos Adaptados André Vidal de Araújo (Jaavas), que este ano tem como slogan a frase “Nossa estrela precisa brilhar”. 

O evento foi criado para integrar socialmente os alunos deficientes por meio das atividades lúdicas e esportivas e criar condições que favoreçam o desenvolvimento dos alunos em seus aspectos cognitivo, motor, afetivo e social.

A expectativa da coordenação é que mais de dois mil competidores participem das atividades nas modalidades de atletismo, basquetebol, voleibol, futsal, natação, goal bol, bocha, jogos recreativos adaptados, tênis de mesa e queimada. 

O público alvo são pessoas com deficiência intelectual, síndrome de autismo, deficiente visual, deficiente auditivo e paralisia cerebral, que façam parte da rede municipal de ensino ou de entidades filantrópicas como Apae e Instituto Felipo Smaldone.

Segundo a Gerente de Educação Especial da Semed, Reni Formiga, o Jaavas vai muito além de uma mera atividade esportiva, e ajuda no desenvolvimento pedagógico dos alunos especiais da rede municipal de educação. 

“É de grande relevância porque eleva a autoestima dos alunos, fazeno com que se sintam capazes. Eles ficam entusiasmados e esse entusiasmo ajuda nas práticas pedagógicas oferecidas. Por isso, é importante a participação deles e a disponibilização dos pais para darem apoio e acreditarem principalmente no potencial de seus filhos”, afirmou.

O Secretário de Educação, Pauderney Avelino, participou do lançamento do 2º Jogos Adaptados André Vidal de Araújo e parabenizou a iniciativa da coordenação. 

Segundo ele, a Semed dará todo o subsídio necessário para que a competição seja um sucesso. “Podem contar conosco em tudo o que for preciso. Os jogos desse ano serão melhores que a do ano passado e vamos trabalhar para que ano que vem seja ainda melhor do que a segunda edição”, disse.

Os jogos estão abertos à toda sociedade e os alunos especiais da rede municipal, estadual, particulares e demais entidades podem participar da rede, segundo a coordenadora do Jaavas Shirley Amaral. 

“As inscrições estão abertas até para alunos do interior. Basta fazer a inscrição no site e entregar na Escola André Vidal até o dia 15 de julho”, afirmou Shirley.

Projeto da Uepa trabalha a inclusão de crianças autistas

 

O projeto desenvolvido pelas professoras de Educação Física Glaucia Kaneko e Rosani Oliveira atende crianças de 7 a 12 anos, duas vezes na semana, com sessões de estimulação que duram em média trinta minutos. 

Brinquedos, quadra de esportes, piscina, pista olímpica e sala multiuso são os recursos utilizados para exercitar a agilidade, compreensão, memorização e outras capacidades físicas desses pacientes. 

O grau de complexidade dos exercícios aumenta conforme a evolução da criança, até que ela possa interagir com as demais.

Atualmente, o projeto atende somente crianças que são acompanhadas dos pais, peças fundamentais no tratamento. 

Eles são orientados sobre os exercícios aplicados e a evolução dos seus filhos. Carlos Eduardo Ferreira, uma das crianças atendidas pelo projeto, foi diagnosticado com autismo quando completou 6 anos. 

“Ele começou apresentar um comportamento diferenciado das demais crianças. Passou a se isolar, não queria fazer as atividades físicas na escola. O coordenador e os professores foram fundamentais no diagnóstico dele, e conversaram comigo sobre o autismo”, explicou Vanessa Ferreira, mãe de Carlos, que nunca teve contato com outras crianças portadoras do mesmo transtorno de desenvolvimento.

“Além do serviço prestado à comunidade externa, o projeto visa também auxiliar escolas e universidades. 

O objetivo maior é mostrar para a sociedade que é possível incluir as crianças portadoras de deficiência em qualquer atividade regular”, afirma Glaucia Kaneko. Criado no final de 2012, o Programa de Educação Física Inclusiva começou a prestar atendimento à comunidade externa desde março deste ano. 

O laboratório de inclusão funciona às segundas e terças-feiras, pela manhã; e às quartas e sextas, no período da tarde.

As atividades desenvolvidas com as crianças contam com a colaboração de alunos do Curso de Educação Física da Uepa. Umas das monitoras do projeto, Leonora Baia ressalta que para desenvolver essa função é necessário comprometimento, dedicação e atenção. 

“O projeto está me proporcionando um crescimento enorme, tanto profissionalmente quanto academicamente. As crianças necessitam de atenção especial para desenvolver determinadas atividades físicas” afimou a monitora.


Fonte: Rede SACI

18 de jun. de 2013

Livro mostra luta de mães que possuem filhos com deficiência física

 

A luta diária das mães para superar os obstáculos da deficiência de seus filhos está estampada no livro Que Amor é Esse, projeto da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente). 

 Lançado nesta quinta-feira (13 de junho), a publicação mostra registros fotográficos que retratam a relação de carinho entre eles.

De acordo com a presidente voluntária do Conselho de Administração da AACD, Regina Helena Scripilliti Velloso, a ideia da obra é mostrar que é necessário ver as pessoas com deficiência física “com outro olhar” e mostrar como as mães têm papel fundamental neste processo. 

"São pessoas como nós, apenas com uma condição diferente.Nesse sentido, as mães conseguem olhar para seus filhos com o amor puro e verdadeiro, sem nenhum estigma. Assim, resolvemos fazer uma homenagem a essas grandes mulheres, determinadas, que sabem que o impossível não existe", diz Regina.

Fonte: R7