7 de mar de 2016

21 de março: Dia Internacional da Síndrome de Down

 
 
Para algumas pessoas, 21 de março não tem nenhum significado, mas, para outras, essa é uma data muito importante, data que significa conquistas. Nesse dia, é comemorado o Dia Internacional da Síndrome de Down. 
 
 
Para quem tem um filho ou alguém na família com essa deficiência, a data é importante para que saibam que não estão solitários, que tem sempre alguém que compartilha da mesma luta: a busca pelos direitos da criança/adulto Down.
 
 
Devido às características marcantes das pessoas com a síndrome, em 1866, John Langdon Hayddon Down notou que havia semelhanças fisionômicas entre certas crianças com atraso mental e foi utilizado o termo mongolismo (hoje já não pode se referir a uma pessoa Down dessa forma). 
 
 
 Quando for se referir, a forma correta é “pessoa com Síndrome de Down" ou "pessoa com deficiência".
 
 
O número de cromossomos presentes nas células de uma pessoa é 46 (23 vindo do pai e 23 da mãe) formando pares. 
 
 
Em 1958, o geneticista Jêrome Lejeune verificou que, no caso da Síndrome de Down, há um erro na distribuição e, em vez de 46 pares, as células recebem um cromossomo extra no par 21, somando então 47. 
 
 
Como forma de homenagear o Dr. John Longdon Down, o Dr. Jérôme batizou a condição com o nome de Síndrome de Down.
 
 
Desde as primeiras descobertas a respeito dessa alteração genética, que acontece no início da gestação (e pela qual nem a mãe e nem o pai tem culpa nenhuma), até os dias atuais, muitas coisas mudaram: a sociedade consegue ter um olhar mais tolerante, conquistaram direitos, tais como estudar em escola regular e trabalhar. 
 
 
É relevante mencionar que uma criança com Síndrome de Down é capaz de sentir, amar, aprender e se divertir como qualquer outra. E, se estimulada de acordo com suas necessidades e no tempo certo, pode estudar, escrever, ler, trabalhar, namorar, casar, ir para balada....
 
 
A busca pela afirmação dos filhos com Down é um desafio constante para os pais. Mas vale a persistência em nome do amor que uma criança inocente é capaz de doar e da capacidade de transformação de um adulto inocente.

 
 
 
 

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