5 de set de 2016

Pais criam cadeira de rodas caseira para filhinha de 2 anos (e ela amou!)



Evelyn Moore foi diagnosticada com um tumor na espinha aos 4 meses de idade. 


O tumor estava esmagando uma de suas vértebras e é como se ela fosse portadora de espinha bífida. Após 8 rodadas de quimioterapia, o tumor entrou em remissão. Porém, Evelyn ficou paralisada da cintura para baixo.


“Você vai para casa e chora. No outro dia, acorda e são a mãe e o pai mais fortes do mundo, porque você simplesmente não tem outra opção”, confessa a mãe da bebê, Kim.


A GRANDE IDEIA QUE TROUXE LIBERDADE A EVELYN

 

Kim contou à ABC News que estava navegando pelo Pinterest quando achou uma cadeira de rodas super bacana.


Ela, então, perguntou ao marido se ele conseguia construir algo parecido e, depois de uma volta pelos estabelecimentos da cidade a procura de peças, um assento e os menores pneus possíveis, a cadeirinha de rodas de Evelyn estava pronta.

“Primeiro, ela aprendeu a ir para trás e depois para frente. Em pouco tempo descobriu como virar e, agora, temos uma lombada no meio da nossa sala, porque ela virou uma ‘ligeirinha’", contou Kim.

EVELYN É TRATADA COMO QUALQUER OUTRA CRIANÇA DE 1 ANO



De acordo com a mãe da garota, as pessoas ficam felizes por notarem que ela trata a filha como qualquer outra criança de 1 ano de idade.


“Algumas crianças já andam nessa idade e outras não. Evelyn vem rodando atrás de mim pelo mercado”, informou.


Kim disse que tudo que elas precisam fazer juntas leva, no mínimo, 2 horas e meia para ser feito, porque todo esforço está concentrado nos bracinhos da filha.



A NOVA CADEIRA



Evelyn agora está sendo treinada para utilizar uma versão industrializada da sua cadeira, chamada de ZipZac.


A nova cadeira permite que a garota consiga ficar em outras posições e que fique sentada mais adequadamente. Porém, ela tem maior dificuldade para girar as rodas.


“Ela tem que fazer mais força e, por isso, treinamos todos os dias”, contou Kim.


Veja no vídeo abaixo como Evelyn se movimenta com agilidade com a sua pequena cadeira de rodas e a felicidade inocente de criança estampada em seu rostinho.

 





Fontes: awebic / Diversidade na Rua




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